Pode parecer coisa de filme de ficção científica misturado com pornô, mas não é. O biohacker (entenda como um hacker do corpo) americano Rich Lee anunciou recentemente que está desenvolvendo um aparelho que poderá ser implantado perto da pelve humana e gerar “vibrações” com o intuito de melhorar as experiências das pessoas.

A tecnologia também influencia na vida sexual das pessoas (Foto: Reprodução/The Sun)

Isso mesmo que você leu. O implante, batizado de Lovetron9000 (parece coisa dos Simpsons), promete “melhorar a experiência compartilhada de amar, emanando uma apaixonada vibração que conecta você ao seu parceiro”, nas palavras de Lee, que já gastou cerca de R$ 60 mil na criação do aparelho.

Segundo o biohacker, implante será implantado nos homens, mas os “benefícios” serão para os dois sexos. O Lovetron9000 gera vibrações em várias velocidades e intensidades, e pode até ser sincronizado com o ritmo de sua música preferida (oi?) para vibrar seu corpo, especificamente na região do “Baixo São Francisco”.

Pane no sistema, alguém me desconfigurou… (Foto: Reprodução)

Lee explicou ainda que o implante é feito em menos de 15 minutos, e pode ser utilizado duas semanas depois da “instalação”. O aparelho tem uma bateria que pode ser carregada por indução (ou seja, sem fio), e uma carga de 20 minutos rende até 30 minutos de vibração.

Se você ficou se perguntando: o Lovetron9000 ainda não foi usado por ninguém – nem mesmo seu criador. Mas não é questão de coragem (ou falta dela), e sim porque experimentos deste tipo necessitam de autorizações específicas antes de serem utilizados.

O preconceito não deve bloquear o aspecto positivo das inovações (Foto: Reprodução/Ireland’s Technology Blog)

Ciência maluca ou ‘genialidade’?

Como eu falei no início, a ideia de um implante como este pode parecer totalmente bizarra, mas pense um segundo nos homens (e casais, por consequência) que sofrem por causa de disfunções que afetam o sexo. Impotência sexual e ejaculação precoce são apenas dois exemplos. Criações como o Lovetron9000 e outras tantas não são apenas fetiches, e sim investidas que buscam melhorar a vida de muita gente.

Há várias outras “bugigangas” sendo desenvolvidas na área do biohacking, que para muitos são formas de agilizar a evolução. Rich Lee, por exemplo, tem microchips em suas mãos que mandam mensagens para um smartphone, implantes magnéticos que são ligados ao GPS (Sistema de Posicionamento Global) e um sensor biotérmico em seu antebraço para medir sua temperatura.

Fonte: SexTechGuide


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