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Ocorreu nesta quinta-feira (6), no Centro de Inovação do Polo de Tecnologia, em Jaraguá, o lançamento do Censo dos Servidores, dirigido ao funcionalismo público do Estado de Alagoas, a se repetir, a partir de agora, a cada dois anos.

 A iniciativa da  Secretaria de Estado do Planejamento e Gestão é ” mapear o perfil dos servidores do Executivo Estadual para viabilizar a estruturação de políticas de gestão de pessoas, promovendo atividades mais diversificadas, inclusivas e voltadas para a qualidade de vida”.

“Este censo nos permite obter um diagnóstico detalhado de quem são esses servidores, suas especificidades, e como podemos aprimorar o atendimento e garantir direitos para todos” argumenta a titular da Seplag, Paula Dantas.

Não dá para criticar alguma coisa que sequer ainda começou a ser executada, mas iniciativas semelhantes, em governos passados, não alcançaram nenhum resultado concreto. A não ser que esse de agora seja diferente dos anteriores.

Há cerca de 10 anos, por exemplo, a Alagoas Previdência não dispunha de nenhuma informação a respeito de servidores inativos no seu acervo digital, apesar dos vários censos e recadastramentos realizados nas últimas décadas – um deles, inclusive, foi executado em parceria com a Caixa Econômica, que detém prioridade para captação de contas do funcionalismo.

Num dos casos concretos, a Alagoas Previdência não dispunha sequer de cópia do ato de aposentadoria de um servidor inativo, que teve de conseguir o documento através de terceiros.

Para os servidores públicos é apenas um aborrecimento a mais; vantagem mesmo é para a empresa contratada para executar esses censos, pelos valores bastante consideráveis.

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