A diferença entre a coragem e a falta dela, fez o CSA apenas empatar com o Bahia – Blog do Marlon
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O jogo começa com o CSA repetindo o modelo do primeiro clássico mas agora tendo Luiz Henrique como volante ao lado do Gabriel e sem o Geovani, linha de cinco para defender e o 3-4-3 para atacar, tendo Ernandes como 3º zagueiro e Felipe Augusto jogando como ala esquerdo, Lucas Marques no lugar do Cedric, iniciando pela 1ª vez como titular.
O time começou com uma dificuldade na saída de bola, mas aos 11 minutos, o CSA teve um escanteio cobrado em dois tempos, a marcação do Bahia para a cobrança do escanteio em dois tempos tentou adivinhar uma troca de passes entre Ernandes e Gabriel, mas Ernandes ajeitou o corpo e ele mesmo fez o cruzamento, com uma assistência perfeita paraLucas Baarcelos fazer 1 a 0 para o CSA.de posse de bola, você preenche os espaços melhor que o adversário, o time conseguia ter mais posse, distribuía melhor as jogadas, mas não conseguia ações efetivas, reais de finazações. Isto quem fazia era o Bahia, que chegou com Marco Antonio, que acertou o travessão, depois Carné fez o primeiro milagre após Patrick finalizar e ainda teve Daniel que quase empata, mas Carné novamente fez uma grande defesa.
No intervalo, afirmei que o Mozart poderia reposicionar o time para aproveitar os espaços que certamente o Bahia daria pela necessidade do empate e pela pressão do torcedor.
Mas com três minutos, o CSA encaixa uma jogada com Werley, que quebra linhas com um passe longo, acontece um desvio de primeira e Rodrigo Rodrigues entra livre, ele e o goleiro e Luis Otávio faz a opção de impedir o ataque promissor do CSA e troca um possível gol pelo cartão vermelho.
Esperava que com este momento, o time que já tinha mais posse de bola, pudesse ter uma posse ainda mais qualificada, que envolvesse o adversário e que chegasse ao segundo gol, visto que no momento da expulsão, o Guto Ferreira optou por tirar um meia e colocar um zagueiro fazendo um 4-4-1.
Nas mudanças que o Mozart iria fazer, esperava a abdicasse da linha de cinco mas ele continuou com a linha de cinco e chamou o Bahia para o seu campo, o tricolor cresceu e destaque para o Guto Ferreira que visualizou o que precisava ser feito, rejuvenescendo a equipe. O CSA só chegou com Marco Túlio em uma cobrança de falta que gerou a expulsão do Luis Otávio.
Destaque para Guto Ferreira que acertou na mudanças tornando o Bahia competitivo mesmo com um menos e destaque negativo para a falta de coragem de Mozart de com um jogador a mais não desfez a linha de cinco pois precisava que o Bahia marcasse o CSA e não o CSA marcando o Bahia.
Craque do jogo: Marcelo Carné (CSA)
Garçon: Ernandes (CSA)
Linda jogada: gol do Bahia de Rodalega

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