A importância do título e os efeitos para 2018 – Blog do Marlon
Após marcar 18 vezes no ano, Leandro Kivel chega para ser o 'homem-gol' do CSA
Repetir é uma palavra chave neste momento

Didira mostra troféu para o torcedor: título marcante, momento histórico – Foto: Pei Fon – TNH1

 

Após quatro finais, o CSA conseguiu pela primeira vez ser campeão brasileiro. Em uma tarde/noite de gala, o Estádio Rei Pelé vestiu-se de azul e branco para jogar junto e conquistar com o time, o primeiro título.
O orgulho de ser o primeiro – e, único, clube alagoano com uma conquista nacional espalhou-se como uma epidemia. Torcedores procuram a colocação da ‘estrela’ em suas camisas, um sentimento de envolvimento, de orgulho, foi resgatado. Após humilhações, gozações sobre anos em que o CSA não conquistava um título, a resposta veio justamente com o título de maior relevância para o time azulino e para o futebol de Alagoas.
É hora de dar os parabéns aqueles que encabeçaram o projeto, notadamente, para Rafael Tenório e Raimundo Tavares, que representam tantos azulinos que sempre sonharam com este momento. Jogadores que se empenharam neste objetivo após um primeiro semestre frustante e ao torcedor, que abraçou e colocou nas costas, o time do CSA.
Passadas as emoções deste momento mágico é hora de pensar que o CSA subiu de patamar, subiu um degrau importante na sua trajetória. A Série B é sem dúvida, uma competição diferente e o time azulino precisará se adaptar e se preparar para este novo momento.
Elenco mais qualificado, grupo maior e projetos mais sólidos de participação e até mesmo de pensar em acesso. Para assegurar um sucesso nos próximos anos, o CSA precisará reconstruir a sua base. Ninguém aguenta, tanto no aspecto financeiro, como no aspecto de montagem de elenco, estar sempre inflacionando, trazendo jogadores com um nível salarial de mercado brasileiro. Para chegar a uma Série A, por exemplo, será fundamental pensar em formar jogadores, ter vários talentos oriundos das divisões de base, o clichê ‘craque a gente faz em casa’ precisará ser praticamente um mantra para o ‘novato’ CSA.
Além do mais solidificar suas bases administrativas, profissionalizar o clube como um todo, qualificar profissionais pertencentes ao CSA – e, principalmente, os que irão trabalhar a base, e conseguir pensar o time azulino para o momento e para um futuro à médio e a longo prazo.
Desafios que um ‘velho’ CSA precisará sedimentar para um ‘novo’ CSA.

  • Luiz Pires

    Muito boa matéria Marlon. Magnífico o trabalho do presidente Rafael Tenório.
    Concordo com você em relação à base.
    Cadê os Paranhos, Robertos Menezes, Soarestes, Erbs, Bebas, Silvas, Ze Pretas dentre outros formados nas bases de CSA e CRB. As fontes esgotaram ou faltam os investimentos necessários às revelações?
    Parabéns é abraços.
    Saudações azulinas

  • Luiz Gustavo

    Falei sempre que com planejamento e foco no objetivo seria possível, agora é olhar para novos desafios. Essa Diretoria mostrou junto com jogadores e comissão técnica que competência e trabalho dão frutos. Modelo a ser copiado.

  • José A de Oliveira

    CSA um time que tem ambição, enquanto tem uma certa equipe que veste vermelho não tem ambição nenhuma, 20 anos só se mantendo e sem ambição, mas se tivesse ambição sem saber contratar nem revelar jogadore da base estaria em pior situação. Conquistas e subir de divisão é para quem sabe trabalhar na área, diretoria do CSA mostra que sabe.

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