O maior adversário do CSA é o emocional – Blog do Marlon
Resgate do Azulão nas mãos de todos
Péssimo resultado de um time intranquilo liga sinal de alerta contra rebaixamento

Está chegando a hora. Logo mais a partir das 20h30, a bola vai rolar e o CSA entra em campo para decidir o seu acesso para Série B.
Após conquistar um importante resultado em Tombos, o time azulino entra com uma vantagem enorme para confirmar o acesso em casa.
Esqueça aspectos táticos, técnicos, bastidores, com todo respeito ao Tombense, esqueça até mesmo o próprio time mineiro, o grande adversário do CSA neste jogo de hoje é o fator emocional.
Não que o CSA esteja pressionado para reverter o resultado, não é isso. Não que o CSA não esteja respeitando o Tombense, que merece respeito e rigorosamente é um ‘franco atirador’, o CSA precisará conter o aspecto emocional por ser a última vaga em disputa, por ter a vantagem, pela cidade respirar este jogo, pelo que o torcedor do CSA fez ao longo da semana quando lutou o aeroporto e quando comprou todos os ingressos no primeiro dia da vendagem e ele contolar o aspecto emocional por o jogo, o acesso trás anexada uma carga de 25 anos que o CSA estava abaixo do CRB pois o Galo disputava, jogava, era comentado, recebia grandes times, era o representante do Estado e o CSA sequer tinha calendário, sequer tinha divisão.
Esta carga precisará ser diluida com a experiência de alguns jogadores para que no momento em que a bola rolar, os jogadores do CSA posssam jogar futebol, possam se soltar em torno do objetivo da Série B e que eles não transfiram este ‘ambiente’, esta ansiedade para dentro do campo.
Não há jogador que não seja tocado pelo que vai acontecer hoje à noite, uns são tocados mais, outros menos, mas não existe jogador frio para não se arrepiar e se ao mesmo tempo isso trás a qualquer um aquele incentivo também trás junto a diminuição da confiança, um futebol menos moleque, um futebol mais pragmático.
Tomara que dos pés de alguém ‘irresponsável’, esclareço que a irresponsabilidade no bom sentido, de jogar, não sentir receio, de ter os nervos controlados, possam surgir jogadas, finalizações, passes e que o caminho seja para deixar o CSA na Série B.