O bicampeonato da eficiência na hora da decisão – Blog do Marlon
CSA precisa resolver a crise de vaidade para ser forte na sequencia dos objetivos
CRB abre vantagem, se aproxima do bi, mas decisão segue em aberto
Organização defensiva do CRB , modelou com os avanços de Hudson CSA , o time Mazola formava uma linha de 5 , que alternava para 2 linhas de 4 , Diego sendo o responsável por essa alternância.

Organização defensiva do CRB , modelou com os avanços de Hudson CSA , o time Mazola formava uma linha de 5 , que alternava para 2 linhas de 4 , Diego sendo o responsável por essa alternância.

Dizer que o CSA foi a melhor equipe do Alagoano é ‘chover no molhado’, constatar uma realidade mostrada pelos números. Mas o título do CRB mostrou que um campeão é decidido nos detalhes, na eficiência e no aspecto de ter um grupo qualificado.

Na reta final, o CRB jogou para ser campeão. Trouxe suas qualidades, os méritos, para a reta decisiva. O trio MMA (Marcos-Mazola-Alarcon) foi fundamental na conquista. O reinventar tático de Mazola que brilhou nos dois jogos finais e qualidade de jogadores talhados para momentos decisivos, como Neto Baiano, Juliano, Olívio, Diego e Audálio que fizeram jogos perfeitos nas finais.

Parabéns ao CSA. O time foi resgatado e mostrou-se grande como é. Final, melhor campanha, competições como Série D, Copa do Brasil e Copa do Nordeste. A sequencia do trabalho poderá levar o CSA a ter grandes alegrias ainda este ano ou no ano que vem.

Parabéns ao CRB. Bicampeão pelo 2ª vez nos úlimos cinco anos. Trabalho forte do presidente Marcos Barbosa que encontrou o caminho das conquistas.

Lamentar a selvageria que vimos ontem no Rei Pelé. Tudo patrocinado por uma série de erros de logística e pela insanidade de vândalos que transformam rivalidade em ódio.

O Jogo

O CRB adotou com perfeição os princípios estruturais de defesa , com a clara  intenção da equipe de diminuir  o espaço de jogo

O CRB adotou com perfeição os princípios estruturais de defesa , com a clara intenção da equipe de diminuir o espaço de jogo

O CSA jogou como precisava. Com posse de bola, com movimentação, mas adotando um equivoco de querer penetrar no meio da defesa do CRB, lugar onde o Galo foi mais eficiente. CRB diminuiu espaços, adotou com perfeição os princípios estruturais de defesa , com a clara intenção da equipe de diminuir o espaço de jogo, com os jogadores próximos uns aos outros, para se ajudarem e diminuírem as linhas de passe do adversário, desorganizando-se o menos possível durante a fase de defesa.

Arbitragem Fifa de Dewson Ferreira recebeu nota 9. Juliano foi o craque da partida. Mazola surpreendeu no jogo inicial e ontem apenas administrou.

  • Aldo

    Além de tudo a incompetência do CSA na hora de marcar. O time teve várias oportunidades, tanto no primeiro jogo, quanto no segundo e foi incompetente para marcar, Jogadores querendo decidir sozinhos, más finalizações entre outras. E vem aquele ditado, quem não faz, leva!!! Pagou pela incompetência.

  • FELIX

    Caro Marlon,

    Admiro seu trabalho. Sabemos que é azulino. Mas, depois do seu equivoco com relação aos seus comentários precipitado perante ao técnico do CRB, recou e começou a elogiar o mesmo, demasiadamente. Exagerado de sua parte. Concordo que o Mazola é o técnico altamente qualificado e muito precavido. Ele sempre soube que o time dele jamais ganharia do CSA se fosse pra cima. Desde o primeiro clássico que assumiu uma forma defensiva. Vc agora vem com detalhe de esquema fantástico, dando nota 10. Meu poupe Marlon. Lembre-se que clássico meu caro, não tem favorito. E ganhou a inteligência diante da empolgação do CSA. Perdeu vários gols em todos os clássicos e no primeiro jogo da final não deveria partir pra cima, onde o jogo era 180 minutos.
    Aconselho ser mais coerente e não fazer média. O CRB não tem esquema tático pra jogar pra frente. Todos os jogos que ele jogou em casa, precisando de resultado, passou sufoco. Será que vai jogar sempre na defensiva.

  • ANTONIO MARTINS

    Um jogo deve ser analisado pelo desempenho e não pelo resultado. Quem assim age cai na vala comum da imprensa ôba-ôba.