O novo já nasce velho – Blog do Marlon
Papo marcante
Erros de lado a lado

É evidente que o futebol feminino necessita de apoio. Também entendo ser importante que entidades legitimem a competição. Ao ser criada a Copa Rainha Marta, na terra da jogadora que por diversas vezes foi eleita a melhor jogador do mundo, espera-se que se reúna pelo menos equipes com o mínimo de condições de disputar a competição.

Na abertura da competição, o ASA perdeu por WO jogando em Arapiraca. Neste domingo em Arapiraca, Coruripe x Santa Cruz entraram em campo com uma hora de atraso. As duas equipes tinham o uniforme branco. O jogo só aconteceu porque o Ipanema emprestou seu uniforme ao Santa Cruz e o jogo terminou somente ás 17h.

Depois outro incidente pois era necessário acionar os refletores , mas o funcionário do estádio não estava no local e somente ele tem a chave. Resultado é que sem o potencial energético, o jogo não aconteceu. Mesmo no local, o ASA preferiu tomar um WO, pois conforme o relatado, já havia perdido uma partida. Apesar de vencer o jogo, o Ipanema sentiu-se como mais prejudicado. A equipe se preparou para o jogo e ainda tem uma jogadora brigando por artilharia da competição.

Estes casos são apenas dois exemplos do quanto a competição precisa ter mais organização e que ao cancelar uma competição como esta, a FAF e Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude precisam cobrar mais e exigir que suas marcas de entidades representativas não tenham a marca exposta a situações ridículas como as que foram exemplificadas. É necessário buscar algo bem próximo do profissionalismo.

Tanto a FAF como a Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude possuem nestas funções jovens, que estão chegando para a administração do esporte e portanto, não podem cancelar práticas destoantes do momento de mudanças e dinamismo apresentados ou representados pelos seus gestores.

Acredito que somente desta maneira poderemos avançar na qualificação do futebol feminino.

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