Divergências desnecessárias atrapalham o CSA – Blog do Marlon
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A ausência de uma sequência quebrou o CRB

A diretoria do CSA começou a trabalhar, mas a primeira declaração dada pelo vice-presidente de futebol profissional, Carlos Alberto Andrade, trouxe uma velha prática que o time já experimentou.

A rejeição de Carlinhos a participação de João Feijó com um tipo de consultoria mostra que a vaidade e as diferenças pessoais continuam prevalecendo no clube. João Feijó foi procurado por pessoas do CSA, entre elas, o próprio presidente do clube, Rafael Tenório e pelo presidente do conselho deliberativo, Raimundo Tavares.

Estas pessoas contam e trouxeram ideias, projetos e situações que João Feijó, como homem da bola, poderá ofertar ao clube azulino. Entendo que Carlinhos chegou a ser descortês ao dizer que “João é empresário e o CSA não precisa ter empresário dentro do clube”. Não seria legal, por exemplo, dizer que Carlinhos é um homem que há muito tempo não tem relação ou mercado com o futebol. Somente disponibilizar ônibus para os clubes que jogam em Alagoas ou para os clubes aqui de Alagoas, não se diz que tem entendimento do mercado.

Carlinhos tem suas qualidades e precisa ser respeitado por tudo já construído no futebol. João Feijó vive do futebol e conta com respeito em muitos setores do mercado e poderá atrair jogadores importantes para o CSA. Se os dois tem problemas pessoais, ou sentam para resolver ou colocam os problemas pessoais de lado, para serem importantes, dentro da sua maneira, para o CSA.

Se Carlinhos não quer empresários no CSA, dificilmente encontrará no mercado jogadores que não sejam ligados a algum empresário, agenciador ou procurador, o que significa que se não for João Feijó, um cara daqui e que é conhecido por todos, será outro, que poderemos até não conhecer.

O diálogo, o respeito e aproveitar o que cada um pode fazer em prol do CSA é receita básica para que o time azulino esteja fortalecido. Somente assim, o CSA estará no caminho certo.

  • ANTONIO MARTINS

    É por essas e outras que o CSA não sai do lugar. São pessoas que não querem contribuir para o
    azulão, mas sim aparecer na mídia.

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