A vitória da eficiência sobre o merecimento – Blog do Marlon
Modelo a ser sempre repetido
Clássico: dois tempos distintos e uma vitória de virada
CSA projetou os laterais para marcar alto e encaixava a 1ª linha de 4 com os volantes: posicionamento que fez o CSA surpreender o CRB - Ilustração: Marlon Araújo - Tatical Pad

CSA projetou os laterais para marcar alto e encaixava a 1ª linha de 4 com os volantes: posicionamento que fez o CSA surpreender o CRB – Ilustração: Marlon Araújo – Tatical Pad

Quem viu o segundo clássico entre CSA e CRB há de convir: o CSA merecia vencer. Foi mais time. Jogou melhor, se posicionou melhor, criou variações de jogo, criou – e desperdiçou – várias oportunidades. Mas não fez o gol que tanto mereceu. No futebol o técnico Muricy Ramalho cunhou a frase que “a bola pune”. E, no caso do CSA, puniu com força.

Em um lance de bola parada, o CRB chegou ao gol, defendeu-se com eficiência e garantiu a vitória. Sem dúvida foi a vitória da eficiência contra o merecimento.

Por falar em merecimento, claro que merecíamos um jogo da maneira que aconteceu, sem sustos, sem confusões, sem problemas de arbitragem, de violência, um clássico tranquilo. Seria tão bom que fosse assim nas outras oportunidades.

Jogo Tático

NO CSA , Nedo Xavier modificou o modelo de jogo saiu do 4-2-3-1 , para o Losango no 4-4-2 , sendo três volantes e um meia , sacou Danilinho e colocou Zé Paulo e na vaga do suspenso Anderson PB entrou Marco Antônio.

O CRB repetiu o modelo e as peças do último clássico . O time azulino avançou os seus laterais para bater com os laterais do CRB , marcou alto e de posse de bola tinha intensidade na transição com os volantes ultrapassando com muita velocidade e criou quatro ótimas chances. No 1º minuto , Julio Cesar teve que se jogar aos pés de Zé Paulo para defender e evitar a abertura do placar . Depois, Samuel finalizou na pequena área, e no puro reflexo a bola parou na mão do goleiro regatiano. A pressão continuava e Rafael Granja desperdiçou após rebote de Julio César . Ainda tinha mais , o travessão salvou o CRB numa cabeçada de Reinaldo.

Soltos, volantes do CSA chegavam, faziam transição e garantiram time melhor que o CRB -  Ilustração: Marlon Araújo - Tatical Pad

Soltos, volantes do CSA chegavam, faziam transição e garantiram time melhor que o CRB – Ilustração: Marlon Araújo – Tatical Pad

O CRB, tinha uma linha de 3 , sem mobilidade e não fazia a transição defensiva com eficiência, os volantes do CSA ultrapassavam e como Rafael Granja e Zé Paulo arrastavam os volantes Olívio e Glaydson os volantes do CSA chegavam sempre em velocidade pelo meio livres de marcação , assim o CRB só criou uma boa chance na primeira etapa, com Fernando, aos 34. O meia arrancou, mas chutou o chão na finalização .O primeiro tempo se findava com um CSA senhor da partida ,mas não transformar a superioridade em gols.

mudança no posicionamento  na linha de 3 do CRB e a entrada de Danilinho - Ilustração: Marlon Araújo - Tatical Pad

mudança no posicionamento na linha de 3 do CRB e a entrada de Danilinho – Ilustração: Marlon Araújo – Tatical Pad

Veio o segundo tempo e o CRB voltou com a mesma formação , só a linha de 3 que Barroso alterou o posicionamento , deslocou Clebinho para o lado direito , Fernando centralizado e João Henrique na esquerda , adiantou um pouco suas linhas , enquanto o CSA que fez uma perfeição de 1º tempo , veio com troca de um meia por outro , na hora durante a transmissão falei que só justificava se o Rafael Granja sentiu algo, ele saiu dando lugar a Danilinho , que iniciou bem ,mas foi muito menos intenso que o Granja.

Após o gol  o CRB compactou suas linhas e soube vencer o jogo - Ilustração: Marlon Araújo - Tatical Pad

Após o gol o CRB compactou suas linhas e soube vencer o jogo – Ilustração: Marlon Araújo – Tatical Pad

Aos 24 minutos o CRB foi mortal , na bola parada ao lado da grande área , Paulo Sérgio levantou na medida e Gabriel apareceu livre para cabecear na frente de Jeferson. O gol demoliu o CSA. Alexandre Barroso trocou os desgastados Clebinho e João Henrique, por João Victor e Johnnatthan, manteve o modelo só com jogadores mais marcadores e descansados , compactou as linhas e com inteligência levou o jogo ao final com tranquilidade.

O goleiro Julio César foi indicado como destaque da partida. A arbitragem de José Reinaldo Figueiredo recebeu nota 8 ,5 , muito bem na partida , adotou a estratégia de fazer o jogo fluir e foi bem sucedido, não deixou nunca o jogo fugir do seu controle.

  • Roberto Nascimento

    Parabens ao C R B pela vitotia mais uma qeuro ver se meu azulao näo vai vencer mais o C R B

  • Carlos Viana

    O Nãoseisehá jogou como nunca e perdeu como sempre!!!!!

  • Gladiador Regatiano

    O CHORO É LIVRE… AZULINOS.

    A PERGUNTA/RESPOSTA QUE TODOS QUEREM SABER…
    DE QUEM FOI A CULPA DESSA VEZ? (RSRS)

    – É MAIS UM ANO SEM GANHAR DO C . R . B .

  • Renato Souza

    O CSA já entrou em campo derrotado. Nem que chovesse bolas do céu, entraria um gol na trave do CRB. O caso do CSA é sério e não vejo remédio em dose única para acabar essa doença enquanto existir esse time chamado CRB,

  • Aloidio

    Desculpe, mas mereceu mo máximo o empate. Nao fez gol, não teve merecimento, por favor mude a machete está errada.

  • Carlos

    Eh reporter, seu analizador tático eh até bonitinho, mas acho q vc assistiu a outro jogo…

  • santos

    O CSA contra o CRB, tem que jogar muito para perder de pouco.

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