Porque a FAF parou no tempo? – Blog do Marlon
Empate em jogo fraco: melhor para o CSA
A precipitação e as consequências no trabalho

Todas as pessoas ligadas ao futebol reafirmam que a goleada sofrida pelo Brasil na partida contra a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo do ano passado, tem consequências não apenas dentro de campo, mas traz reflexos do marasmo em que o futebol brasileiro foi enterrado.

Existe uma necessidade do futebol ser pensado, ser profissionalizado e trabalhado de forma profissional.

Durante esta semana, a Federação Bahiana de Futebol (FBF) deu um exemplo interessante. Foi estabelecida uma parceria entre a FBF e a Faculdade Independente do Nordeste (FAINOR) para qualificação da gestão em toda cadeia produtiva do futebol

Em Alagoas, o Ibesa realiza um curso para técnicos. A Federação Alagoana de Futebol (FAF) chega a participar dos seminários, mas assiste na inércia. Fica evidenciado que é necessária uma ação voltada para pensar o futebol alagoano.

Não poderemos ter uma FAF apenas para realizar competições, elaborar tabelas e regulamentos. Precisamos ter um planejamento estratégico do que queríamos para o nosso futebol num curto, médio e longo prazo e através de atitudes concretas desenvolvermos estas ações.

Cheguei a acreditar que a administração do futebol alagoano teria o “pensar o futebol” com Gustavo Feijó e, justiça seja feita, nos primeiros anos de mandato, Feijó pensou o nosso futebol.

Investiu e qualificou nossa arbitragem, tornou o campeonato um produto de mídia de uma maneira profissional com a implementação da TV, negociou patrocínios com empresas de material esportivo, trouxe um patrocinador master e até ações de marketing como álbum de figurinhas foram implementadas.

Mas Gustavo parou. E com sua parada, o futebol alagoano ficou na inércia. A atenção voltada para o futebol foi abandonada e acabou transferida para a política. A ideia original era interessante: aliar a representatividade política ao futebol e ter mais influência e poder de barganha. Mas definitivamente isto não aconteceu.

Retomar a atenção ao futebol passa a ser fundamental. Pensar ações e planejamentos também. Não acredito que Gustavo terá oposição no processo de eleição da FAF que deverá acontecer até o mês de março, mas será necessário ele se reinventar na administração do futebol e ter ações voltadas para desenvolver, profissionalizar e qualificar ações e a cadeia produtiva do nosso futebol.

  • Douglas

    O problema do Futebol brasileiro é que virou negócio de empresários e políticos, o torcedor e o bom futebol, hoje, é o que menos importa. A federação alagoano presidida pelo senhor Gustavo Feijó mostra o quanto o futebol alagoano é um jogo de interesses políticos e pessoais. Como é que um cmapeonato parece tão amador, um cmapeonato que tem clubes co0mo o CSa por exemplo, que é o único clube do norte e nordeste a chegar em uma final internaiconal e eles deixam chegar na situação de quase não te rinício o campeonato esse ano. colocaram culpa na CBF mas o campeonato pernambucano começou final de dezembro e o sistema não foi o mesmo? precisa pensar eu vejo Gustavo Feijó como um incompetente que só quer mamar no dinheiro público e não faz nada pelo futebol alagoano.

  • WALTER LUIS

    Elaborar tabelas e fazer regulamentos? kkkkkkkkkk.

  • Marcio Roberto

    O Gustavo só queria um trampolin para entrar na política e encontrou em nossa FAF, também usada no passado por outros dirigentes e nosso futebol e torcedores vivendo uma ilusão. Nossa esperança continua depositada na empresa e os verdadeiros esportistas AL.