A pesquisa eleitoral feita por telefone fixo e pós-pago não corre o risco de apresentar uma maior distorção no resultado?

O cientista político/pesquisador Aellisson Batista garante que não: “Há as compensações para corrigir as dificuldades amostrais”.

Ele explica que “dá mais trabalho”, mas esse é o caminho possível nesses tempos de pandemia. Cada região, explica, vai sendo analisada a partir da estratificação programada pela pesquisa.

Dito isso, ele afirma: “Pesquisa só deveria ser divulgada até um mês antes da eleição”.

Convidado do Ricardo Mota Entrevista desta semana – neste sábado, às 13:10 (uma e dez da tarde), Aellison Batista diz que a divulgação do resultado de uma consulta popular “tem um grande efeito junto ao eleitorado. O brasileiro consome muita pesquisa, e gosta de fazê-lo”.

Na ótima conversa, ele analisa o cenário local, em Maceió, onde não enxerga nenhuma movimentação abrupta: “O que sinaliza é uma polarização que deve se estender durante toda a eleição, no primeiro e, provavelmente, no segundo turno”.

Já a polarização nacional deve ter pouco efeito por aqui, “ainda que interesse a Lula e Bolsonaro”, mas sem os efeitos de 2018, quando se elegeram os candidatos que vinham das polícias, do MP e do Judiciário:

– O efeito Witzel ajuda a frear esta onda que vimos na última eleição.

Quanto à propalada popularidade digital ele é enfático: “Só tem peso para candidato proporcional” (vereador).

Tem mais – e vale a pena conferir.

Ricardo Mota Entrevista

Neste sábado – às 13h10 (uma e dez da tarde) na TV Pajuçara

Convidado: Aellisson Batista – cientista político e pesquisador (Instituto Vozes)

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  • especialista em marketing digital político

    Com base em que ele afirma isso? IQQ? Óbvio que essa afirmação não demonstra a realidade dos dados de intenet. Principalmente quando observamos os gastos voltados para internet este ano. Todos os candidatos possuem a mesma ferramenta na mão e em teoria isso daria alguma paridade. Basta ir na ferramenta de anúncios do FB e olha o quanto estão gastando. Falar que popularidade só favorece a vereadores, não sabe dos acordos com ferramentas, acordos fechados em Brasília, favorecimentos em propagação de feeds e destaque de certos candidatos de três letras. As raposas do marketing político precisam se atualizar e parar de dar opnião sem estudo e sem informação. Como em todo lugar ou você se adequa ou tá fora! O digital NÃO É PARA AMADORES!