Se tem a pretensão de ser presidente da Câmara Federal, o deputado Arthur Lira cometeu um pecado político ao se tornar porta-voz informal do presidente Bolsonaro, seu novo amigo de infância.

O líder do PP vem crescendo no Congresso Nacional por ser a voz de um grupo expressivo de parlamentares, batizado de Centrão. Nada impede que ele seja governo, assim como seus colegas mais alinhados politicamente.

Entretanto, no momento em que se debate nos bastidores de Brasília a nova eleição para a presidência da Câmara Federal – que será no próximo ano –, Lira parece ter perdido fôlego na Casa, com a saída do bloco (que era provisório, é verdade) do DEM e MDB.

As duas legendas podem não ser muito diferentes, na essência, do Centrão, mas deixaram claro de que lado estão: dos seus pares – e não do Planalto.

É mais um aprendizado para Lira. Resta saber se ainda há tempo para ele recuperar o potencial apoio perdido.

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  • Antonio Carlos Barbosa

    Arthur Lira o líder e Gestor do Centrão, e todos os deputados Federais e Senadores do Bloco Centrão, são definidos numa declaração belíssima do Ministro Generalíssimo Heleno:
    “Se gritar pega Centrão, não fica um meu irmão”
    Hoje, o Centrão com cargos no governo do Jair Bolsonaro, que quando era deputado federal, fazia parte do baixo clero e do Centrão. Bolsonaro na verdade nunca saiu do Centrão, pois não exerce a presidência da República, por falta de capacidade mental e de discernimento dos fatos e da responsabilidade que um presidente tem que ser possuidor, pois Bolsonaro é ignorante sobre todos os assunto ou qualquer coisa .
    Vida que segue.

  • Carlos

    Ele perde em Brasilia e ganha em Alagoas, qualidade dos seus amigos da terra dos coronéis Marcelo Vitor e Marx Beltrão , seu novos amigos de infância… Imagine nos bastidores o devem conversar os três mosqueteiros das alagoas, o que eles estão preparando para o povo se um dia chegar ao Palácio República dos Palmares.