Uma semana depois do início da flexibilização em Maceió, o isolamento social em Alagoas permanece o mesmo – em torno de 40%, em média.

Ou seja: mão houve mudança, praticamente.

Como disse um representante da Sesau, “quem estava em quarentena, assim permaneceu”.

Aqui na capital, a situação nos bairros populares/populosos permanece inalterada desde o início da pandemia.

Traduzindo: sem respeitar os decretos de isolamento social, estadual ou municipal. A vida nas comunidades da periferia continua dentro do velho normal – o que não significa que seja boa.

Os governistas, unanimemente, admitem que a fiscalização do cumprimento dos decretos nunca foi efetiva, e que só a economia formal seguiu as medidas restritivas de distanciamento.

Agora, a conclusão é óbvia: forçar o isolamento nessas áreas pode significar a criação de nichos da Covid-19, em razão do potencial contágio.

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  • Carlos

    Faça a sua parte que faço a minha. Máscaras, higienização, distanciamento social e nada de aglomerações. Quando precisar ir a um supermercado quando chegar em casa uma lapada de vodka , com limão e lavar o que for possível das compras. O vírus continua circulando livre e solto.

  • Luciano B. Carvalho

    Desde março está assim. Só ficam isolados, quando chove muito.

  • arapiraquensee

    Pois é!
    No início da pandemia o mininim de Murici só tinha olhos para a politicagem e $$$$ que chegaram de Brasília.
    Agora é tarde. O estrago não tem retrocesso.
    Vai pagar caro pelo fato de brincar de gestor do executivo estadual.

  • Bel

    Desse jeito o Brasil vai ficar isolado do Mundo, pois pode se tornar endêmica.