A Assembleia Legislativa está em recesso desde a semana passada, e, seguindo a lógica pré-eleitoral, o ano legislativo já acabou para a grande maioria dos deputados estaduais (com as exceções de sempre).

Fato concreto: as disputas municipais são como um primeiro turno para as eleições parlamentares, que ocorrem daqui a dois anos.

Muitos dos titulares da Casa de Tavares Bastos têm seus redutos eleitorais no interior do estado, para onde eles migraram agora e de onde só deverão retornar “pra valer” quando o pleito se encerrar, no final do ano – a nova data da votação é 15 de novembro.

Três deputados atuais, no entanto, esperam não ter que mais voltar para lá: Ricardo Nezinho, que completa a chapa de Daniel Barbosa, filho de Luciano Barbosa, em Arapiraca; Angela Garrote, de Estrela de Alagoas, mas que quer ser prefeita de Palmeira dos Índios; e Davi Davino, a aposta de Marcelo Victor e Arthur Lira para Maceió.

Se vencerem os pleitos, eles só retornam à Assembleia para arrumar os gabinetes – seja lá o que isso signifique.

Dar uma passadinha no histórico prédio, no entanto, não há de fazer diferença.

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  • Carlos

    Numa disputa eleitoral todos tem chance. Palmeira dos índios, Arapiraca e Maceió, com um detalhe os mandatos de deputados não correm risco é sim uma aventura dos grandes e o povo dessa cidade é que vai decidir se estes continua deputados o prefeito de sua cidade. Desejo o povo sabedoria na escolha e pode ser outros que não sejam deputados. Outro detalhe na minha opinião acho que Arapiraca e Maceió ,os deputados vão enfrentar mais dificuldade.

  • Antônio Carlos Barbosa

    Para o bem dos cidadãos das cidades citadas no texto, será melhor os deputados candidatos a prefeitos, voltarem para a Assembleia Legislativa, são menos nocivos no parlamento.