Depende dos empresários e prestadores de serviço autorizados a reabrir agora, exclusivamente em Maceió,  o futuro das demais atividades que continuam proibidas, na capital e no interior.

A eles cabe o cumprimento dos protocolos sanitários já conhecidos e, ainda, a fiscalização nos seus estabelecimentos, para que todos venham a ter a mesma chance de retomar os negócios paralisados desde março.

É grande a responsabilidade, portanto, apesar de não ser exclusiva deles. Também o poder público, com uma fiscalização “inteligente” e dirigida será decisivo para que o novo normal se estenda aos outros setores da economia.

Lembrando que há sempre a possibilidade de não reabrir os demais negócios, e, na pior (e improvável hipótese), fechar de novo lojas e serviços autorizados a funcionar desde já.

A periferia de Maceió nunca parou na pandemia - nem vai parar
Renan Filho se acerta com Rui, e comércio de Maceió só reabre na sexta
  • Zé indignado ,

    Olha a responsabilidade na minha cabeça é um ato individual que forma uma cadeira coletivA… Nós somos às primeiras vítimas dos nossos atos. Os comerciantes que mais reclamam com suas justas necessidades devem serem os mais atentos e não baixar a guarda. O vírus continua firme e forte…

  • Antonio Moreira

    Não adianta o tamanho do estabelecimento ou do transporte porque no final vira um funil.
    Se pode vender comida, roupa, sapato e televisão em um canto só,
    por que quem vendem roupa;sapato;televisão não podia abrir também?

    Se é para sair de casa para arriscar a vida, então direitos iguais para todos.

    Deus me livre dizer: salve-se quem puder.
    Sei que é muito difícil cada um fazer sua parte.

    O bom senso adverte:

    Não deixe de usar máscaras e muito cuidado.

  • Renata

    O problema é justamente esse, Consciência!!!! A maioria não tem. Que Deus nos ajude nessa caminhada tão longa!

  • Ângelo

    A sorte está lançada, que Deus nos ajude…