A Assembleia Legislativa, com raras exceções, que “ajudar” o governo com o seu silêncio, cômodo para o Palácio, mas inútil para a população (inciativas protocolares não resultam em nada).

Governista e “independente”, segundo ela própria, a deputada Jó Pereira botou a boca no trombone, mais uma vez, apontando como não se governa pelas redes sociais.

E cobra que a parte do parlamento que fala seja ouvida – a exemplo dela própria – com respeito.

Em mais um longo discurso na Casa de Tavares Bastos, Jó Pereira disse que vê o comportamento dos governistas “às vezes até como se fosse um bullying contra os deputados de oposição”.

Cobrou com veemência:

– Sabemos que todo Estado precisa de ajuda nesse momento, mas é necessário que haja planejamento, transparência e prioridade para as pessoas em extrema pobreza na distribuição dessas cestas. Os critérios definidos pelo Conselho do Fecoep precisam ser respeitados.

Tem o que falar.

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  • Carlos

    Ele não tem empatia com o pobreza ! Acabou com o sopão, excluiu os servidores públicos, de menor remuneração das reposições salariais e justificar em cobrar 14% porque os que ganham pouco tem que pagar mais e ser pai da mais perversa reforma da previdência Al, do Brasil, a sexta básica pra ele é um pesadelo.

  • Paulo

    Eu nunca ouvi falar nessa deputada, muito menos em cada um dos ocupantes da atual legislatura. Na verdade, desde que me entendo por gente, jamais vi uma ação legislativa concreta em prol da sociedade alagoana. Aquele Praça se tornou, ou sempre foi, um ralo para o dinheiro do contribuinte estadual. Sempre em momentos de crise ou de decisões necessárias, surge um ilustre desconhecido para se indignar com alguma ação do executivo, bradando bravatas visando algum benefício. O que fazemos quando um empregado não quer trabalhar? Ou quando o quadro de empregados não possuem capacidade para o trabalho? Alagoas sofre há décadas com esse vírus cujos sintomas são: uma parcela da população da analfabeta, sem moradia, sem acesso ` ao atendimento médico de qualidade, sem trabalho, sem acesso aos bens de consumo, sem perspectiva de ascenção financeira. Porém, se observamos o que ocorre nos legistativos em seus três níveis. É notória a capacidade de enriquecimento dos políticos brasileiros em tão pouco tempo. “E a gente ainda paga por isso!”

  • Patrícia

    Estão acostumados a fazerem vistas grossas a desgraça da população.