O crescimento no número de infectados e mortos pelo coronavírus sinaliza para o governador Renan Filho, a quem cabe a decisão sobre o tema, o alto risco que pode significar a flexibilização da quarentena.

No decreto atual, que passou a vigorar esta semana, o governador autorizou o funcionamento de alguns setores da economia, mas não deixou claros quais critérios que utilizou para tomar essa decisão.

A própria PM, que tem se mantido atuante e atenta, mostra que o desrespeito ao decreto só tem crescido, desde que o governador anunciou que iria abrandar a quarentena – 143% em 24 horas – o pior índice de isolamento do Nordeste.

Já o governador João Doria, de São Paulo, mostrou mais sabedoria – sem precisar “lacrar” nas redes sociais – ao apontar uma data para flexibilizar o isolamento social: 11 de maio. Antes, no dia 8, vai apresentar os critérios e condicionantes para adotar as medidas de liberação do funcionamento da economia.

Ter uma data como alvo a ser atingido parece ser extremamente positivo, do ponto de vista psicológico, para quem vive semanas e dias de aperto. E falo de quase todo mundo.

Mas, de novo, é preciso que a decisão política seja embasada em estudos técnicos.

Entretanto, o que tem aparecido nos últimos dias em Alagoas – caso do Lacen – é o agravamento de um sistema que nunca foi bom.

Mas pode piorar – eis a lição dos números.

Deputado entrega ao MP documentos com denúncia sobre o Lacen
Do balão chamado Moro só restou o pito
  • Carlos

    Aos poucos sim e com critérios rigoroso! Enquanto Artur Lira, segue firme com menos 10 % ! Os aposentados e pensionistas, seguem mais fracos com menos 14%! Alô alô faltando 6 dias para os aposentados e pensionistas, caí a ficha e olhar a conta bancária e o coronavirus da Al previdência, do desnaturado governador Renan Filho, dando uma força para o isolamento social e domiciliar ficar mais fácil.

  • To de olho 👁

    É só Ver a orla, cheia de gente caminhando.

  • Antonio Moreira

    Jogar a moeda para acima?

    Um lado – é a pressão para faturar – é sair para pescar para comer.
    Ou outro lado – é essa coisa invisível que não espera ninguém matar a sede, a fome.
    E agora, “dai a César o que é de César”?

    Relatos – tem para gastar com o que gosta – come pouco, mas gosta de comida de qualidade – também está sentido falta da liberdade que tinha de sair …

    O quintal da minha casa é livre e limpo, mas de manhã, é comum sentir uma coceirinha acima dos meus pés, procuro e não enxergo quem me mordeu.

    Imagine essa coisa da moda!!!!!

  • Tayná

    Acredito que o governo tem que tomar uma medida mais rigorosa com relação ao isolamento.
    Como multas, em pessoas que saem sem necessidade.
    Aos que tem necessidade, apresenta provas.
    Infelizmente é questão de educação. Então só aprende na dor.
    Multa OU coloca pra casa. Ache ruim quem quiser, os lacradores de internet, mimizeiros.

  • Há Lagoas

    Segundo o que se propaga, o correto seria afrouxar após atingir o pico, o problema é saber quando será esse pico…
    O fato é que cedo ou tarde a quarentena vai cobrar a fatura dos sobreviventes.

  • Patricia

    Quando o vírus chegar ao pico e os profissionais estiverem esgotados e os substitutos não terem preparação suficiente…é nesse momento que o bicho vai pegar. Se cada um perde um pouco, talvez ninguém perca tudo.

    • Fernando

      Muitos profissionais de diversas áreas da saúde já estão na tarja preta.