O deputado federal Arthur Lira vai cumprindo uma trajetória que já consagrou, mais recentemente, outro parlamentar alagoano: o senador Renan Calheiros, do MDB.

Líder do PP (e do Centrão) na Câmara Federal desde o mandato passado, Lira já é apresentado como o possível candidato do partido à presidência da Casa, em substituição a Rodrigo Maia, um dos personagens mais importantes da República, hoje.

Suas semelhanças – de Arthur Lira – são evidentes: ele negocia em nome dos seus pares e se tornou conhecido por entregar o prometido, exatamente como sempre fez o senador Calheiros.

É uma construção:  ele ganha a confianças dos deputados federais do seu campo –  que vai se alargando – à medida em que se mostra um bom negociador junto aos governos (assim mesmo, no plural).

Só uma diferença, por ora: ao contrário de Calheiros, Arthur Lira não quis ser ministro, no governo Temer – o emedebista foi no governo FHC, em que chegou a emplacar Luciano Barbosa.

O pepista alagoano não está sozinho na disputa interna para presidir a Câmara Federal. O também deputado Aguinaldo Ribeiro é outro nome citado pela legenda para o cargo.

Nesses tempos estranhos, porém, é bom esperar por tudo e qualquer coisa.

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  • Paulino lopes

    Agora deu certo, o Brasil tá …….!

  • Rotary

    Não vejo tempos estranhos, afinal a Presidência da Camara foi ocupada no mínimo por figuras estranhas para não usar adjetivo de outro calibre, pelo que faz e pelo que representa está dentro do padrão do que a Camara pode oferecer de pior.
    Já não tenho coragem de dizer “Deus nos acuda” estou descrente.

  • Cidadão

    Sai o Botafogo e entra outro com nome sujo na Praça, eita Brasil meia boca .

  • JEu

    Entre Rodrigo Maia e Arthur Lira a única diferença é a partido, um do DEM, o outro do PP… agora, as “similitudes” são muitas: fisiologismo, mau uso do erário público, várias investigações e processos por “traquinagens” com o erário público, etc, etc… esse é o perfil “preferido” pelo centrão e esquerdas… coisas da politicagem…

  • Há Lagoas

    Nesses tempos estranhos, o pragmatismo é minha palavra de ordem.
    Qualquer criatura que possa rivalizar com o clã Calheiros, tem minha torcida.
    Não falo em virtude – ainda mais se tratando do ambiente político de Brasília – mas é interessante perceber que Calheiros – o pai – está desidratando, mesmo possuindo – ainda – uma quantidade mortal de peçonha em suas presas.

  • Jorge

    SERÁ UM EXEMPLO DE SERIEDADE! VIVA O BRASIL!