A prefeitura de Maceió convocou uma reunião com a CPRM, Agência Nacional de Mineração e Defesa Civil Nacional para o próximo dia 27.

O objetivo, segundo informou o secretário Eduardo Canuto, é esclarecer a atual situação  das áreas atingidas em Maceió pelos fenômenos geológicos já identificados.

E, principalmente, definir as ações imediatas a serem adotadas.

Lembrando que a Braskem apresentou ontem à CPRM, no Rio de Janeiro, os resultados estudos realizados pelo Instituto de Geomecânica de Leipzig (Alemanha), referência internacional em geomecânica de poços de sal.

Segundo o sítio da CPRM,  a “ Braskem admite que até o momento 14 das 35 cavidades estão desestabilizadas, reconhecendo que o processo de subsidência na região está associado com a extração de sal. Mas não admite que a subsidência seja a causa dos quebramentos e rachaduras no bairro Pinheiro, o que tem sido afirmado pelo Serviço Geológico do Brasil desde a conclusão dos seus estudos, divulgado em 8 de maio deste ano”.

É grande a expectativa em torno dessa reunião do dia 27.

Sede do Sinteal, campo do CSA e o IMA também vão sair do Mutange
Dia da Consciência Negra em AL é como umbigo: cada um tem o seu
  • Major Gleen

    Quem passa mais por ali é os guardas !!!!

  • Morador de Bebedouro

    Simples de resolver toda essa tragedia causada pela Braskem. É só a justiça obrigar a mesma a indenizar de imediato as 1.500 pessoas atingidas e está tudo resolvido. O que não pode é essa história de realocação das pessoas. Uma vez que não existirá retorno das mesmas as suas residencias. O que a Braskem quer fazer é o seguinte: Pagar um aluguel social, e as pessoas colocarem a mesma na justiça. Pra daqui a 20 anos possa receber algo. Esse negocio da mesma agora procurar, o MP, DP Prefeitura e DC. É tudo jogo de cintura pra ganhar tempo e não pagar ninguém.

  • Luiz Henrique

    Medidas emergenciais já deveriam ser tomadas há muito tempo. Já houve até suicídio de moradores, e ninguém vê nenhuma medida. Os moradores de Bebedouro, Pinheiro e Mutante perderam muito, além da paz, perderam na desvalorização do valor do imóveis. Nem as empresas de tv a cabo querem fazer novas instalações nesses bairros. Um posto de gasolina que ficava no Pinheiro fechou, os funcionários perderam seus empregos, e essa empresa que está atolada até o pescoço na Operação Lava jato não toma nenhuma providência. Com certeza tem apadrinhado político, pois Odebrecht, Braskem e política tem tudo de maracutaia.

  • JEu

    Creio que o mais correto seria a Justiça (a verdadeira, com J maiúsculo) decretar a prisão dos dirigentes da BRASKEM até que paguem a indenização devida aos moradores atingidos pela famigerada tragédia provocada pela mineração do sal-gema, sem as necessárias medidas preventivas para evitar o afundamento das cavernas que só foram preenchidas com água salgada, que resulta do processo de extração, quando o correto seria preencher os tais “buracos” com concreto sob pressão… no entanto, sei que essa medida jamais será tomada por uma justiça frouxa, interesseira e corrompida… então, só resta aos moradores atingidos usar do poder reconhecido pela CF/88: todo poder emana do povo… e se ficar no tal do aluguel social, podem dar adeus às indenizações…

  • Oswaldo Rogge

    Faço meus os comentários antes publicados. A BRASKEMP é rica e, em decorrência, poderosa política e judicialmente. Devemos achar um meio para que os prejudicados por aquela empresa possam pressionar as autoridades para que sejam infensas à esse tipo de argumentação poderoso que ela costuma usar. Veja o que ocorreu nos EUA.