O senador Renan Calheiros destacou a “renovação” do MDB, após a convenção nacional do partido, no último domingo.

Há, de fato, entre os novos dirigentes, nomes desconhecidos do grande público, que ainda precisam caminhar muito para construir uma história diferente – e até melhor – do que os seus antecessores. Se conseguirão, aí é coisa para os adivinhos e assemelhados (é o mundo do sobrenatural).

O MDB cumpriu um papel essencial na redemocratização, como guarda-chuva de todas as forças que lutavam pelo fim da ditadura militar.

Depois, o partido só foi governo: com Sarney, com Itamar, com FHC, com Lula, com Dilma, com Temer…

(Ufa!)

Nomes como Renan Calheiros e Romero Jucá são emblemáticos desses tempos recentes, que podem não voltar mais.

O novo presidente do MDB, deputado federal Baleia Rossi (?), não acredita que a legenda histórica encalhou na beira da praia.

Como será daqui pra frente, com a legenda ‘renovada’?

“Precisamos saber que é possível viver sem governo, sem participar de governo. Não precisamos de governo para sobreviver, porque o MDB é muito mais do que isso”.

Só que ainda não: o ministro Osmar Terra, da Cidadania, é emedebista da velha guarda. Assim, como o líder do governo Bolsonaro no Senado Federal, Fernando Bezerra Coelho.

Isso é que é renovação!

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