Acompanho a opinião e explicações dos especialistas para o que aconteceu hoje na Ponte Rio-Niterói. Nada tenho a acrescentar ou questionar, embora isso não me encha de felicidade.

Sou apenas capaz de imaginar o desespero de quem estava no ônibus sequestrado logo cedo, pela manhã.

O desfecho trágico é lamentável. Afinal de contas, uma pessoa morreu e isso há de ter algum significado para quem ainda não perdeu a empatia – mesmo nesses tempos.

O trabalho da polícia, é o que vai se confirmando, foi profissional e seguiu os protocolos aplicáveis nessas situações extremas.

O mais assustador, entretanto, foi o comportamento do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, vibrando, numa euforia incontida, uma comemoração por um belo feito.

Não apenas pelo cargo que ele ocupa, mas o que se deveria esperar do ex-juiz federal era um pouco de serenidade, de pudor, além, é claro, da solidariedade para com as vítimas do sequestrador.

Ele, no entanto, só confirmou a desconfiança de que é mesmo alguém a quem devemos acompanhar com lupa, pela sua pregação do tipo “tiro na cabecinha” – com um desprezo impactante, como quem fala de uma lata de lixo que transbordou na rua.

Não é o caso de se tratar criminosos com flores, de jeito nenhum, mas o governador do belo e sofrido estado do Rio de Janeiro revela uma essência que foge daquilo que imaginamos ser o lado bom e evoluído do ser humano.

 

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  • LUIZ R S FILHO

    Ricardo…… salvo melhor juízo – até por estarmos longe geograficamente – e tiramos nossas conclusões pelo que lemos aqui/acolá, este lamentável fato e desfecho hoje fugiu à regra de um fato dessa natureza, pois o rapaz que acabou provocando sua pr´ópria morte não se tratava de um criminoso perigoso militante e sim alguém que surtou e em meio ao caminho para o seu traballho, sim, iniciou-se no crime, por um transtono, colocando em risco a vida de tantas outras pessoas da sociedade naquele coletivo. Evidente que a operação policial seguiu ao protocolo padrão e terminou com uma única vítima fatal, ou seja, o próprio ciminoso iniciante e terminal.

    Bem…. mais como o assunto é o GOVERNADOR (??????)… Só consigo emitir uma opinião…. Diferente do rapaz morto… ESTE SURTA TODOS OS DIAS…..sua última máxima neste quesito é a sugestão de a população do Rio de Janeiro evitar estar num ponto de ônibus à noite.

    Todos os dias rezo por Familiares que l´´a ainda residem…. migrei de minha terra de origem (um dia foi ), a Cidade Maravilhosa – para esta nossa Terra Alagoana – onde fui adotado em 1.981.

    B

  • Cidadão

    Todos os dias os políticos brasileiros matam milhares de pessoas por vários motivos, sejam eles psicológicos ou físicos, vejo um monte de hipocrisia em ser apenas educado e falar bonito.

  • Renato

    1 – Não foi Ontem e sim hoje ( 20/08);
    2 – Quem achou ruim o que aconteceu com o Bandido eh pq Graças a DEUS nunca teve algum Filho ou Parente MORTO por um Bandido igual esses;
    3 – O Governo esta certíssimo em comemorar a liberdade dos reféns e a morte do Bandido.

    Parabéns ao Snipe e ao Governador que autorizou.

    • Desde Colonia 1500 somos Portugais & RAMALHo$ – loucura!

      Quem achou RUIM o profissionalismo, çabe o Q é snipeR? – What a BAD engli$h, OmG!
      > O que é um snipeR e como ele se prepara para ações táticas no Rio [20ago19]
      – Atirador de precisão dentro de um time tático para solução de crises, em geralmente COM reféns;
      # COM reféns a alternativa tática segue protocolo internacional.
      https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/08/20/o-que-e-um-sniper-e-como-ele-se-prepara-para-acoes-taticas-no-rio.htm
      Afora a ‘gnorança do gUvernador SURTADO aliado ao cocuzudo ENFEZADO, há DOR por todos os lados!
      > Pai de vítima consola mãe de sequestrador em delegacia: SER humano, fui ajudar! [Hoje 20ago19]
      – NUM tenho poder de julgar nem falar qualquer coisa que seja boa. É ter calma e confiar, por ORA.
      https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/08/20/pai-de-vitima-consola-mae-de-sequestrador-em-delegacia-dor-e-dos-2-lados.htm

      • Antônio Carlos Barbosa

        Pois é, João, lendo praticamente todos os comentários abaixo, vejo com perplexidade o efeito manada que se instalou no Brasil, especialmente no tocante a violência. A matéria acima, considerou correta a ação policial, que segui os protocolos de segurança pública. vale ressaltar, que a ação policial foi corretíssima. A questão que cegou os internautas, é a comemoração infantil e irresponsável do governador, sem sentimento humano, pois representa um Estado e não pode incitar a violência, inclusive com respeito até aos reféns no ônibus. Vibrou como se fosse um gol do seu time. Postura errada para um governante. Deveria se dirigir de forma respeitosa a polícia e a sociedade e não com gaiatice. Verdadeiramente se relevou um insensível, é um verdadeiro sádico, um perverso na visão psicanalítica.
        Vale lembrar, que os secretários de estado do governo dele, que são investigados em casos de corrupção, por licitações fraudulentas ele silencia.
        Infielmente, vivemos o tempo da cegueira, da barbárie.

  • Interiorano

    A atitude do governador em comemorar, pode até ser considerada exagerada, porém, fica uma pergunta : E se esse sequestrador tivesse ocasionado a morte de todos os que estavam no ônibus? Quanto ao fato dele dizer que “evitem estar num ponto de ônibus a noite”, infelizmente é uma realidade nua e crua! Embora muitos podem até ficar chateados, a realidade é que o Rio de Janeiro e o Brasil em geral é violentíssimo! E haja assalto, assassinato, droga, estupro, roubo e sequestro! De uns tempos para cá, ninguém sabe quem é quem e ninguém deve confiar em ninguém! Mata se por nada e por qualquer coisa! De uns tempos para cá, acabou se a amizade sincera, a confiança, o respeito e a tranquilidade! E aí meus amigos, só DEUS para dar uma basta nessa onda de violência!

  • souza

    sou fã do jornalista ricardo, mais desta vez fez um comentário infeliz, o governado esta certo em comemora que 37 refém saiu ileso, quando um bandido morre salva-se vidas no futuro

  • Luis Lins

    Acho q o bandido tivesse incendiado o ônibus com 37 passageiros,vcs não teriam dado ênfase.
    Quem amarra as pessoas inocentes e ameaça de de tocar fogo no ônibus não é surto e sim bandido mesmo.
    Fico impressionado quando se matam bandidos aparecem os defensores.
    Não vejo esses se manifestarem contra o STF ou contra os deputados q estão fazendo leis com a paternidade do Sr Renan,pra enfraquecer os q combatem o crime.

  • Alagoano T

    A polícia que ele comanda salvou 37 vítimas, e ele não pode comemorar?
    Realmente é preciso dicar atento a ele, pode ser um ótimo presidente.

  • Mário

    Não vejo ninguém propor uma solução plausível contra o estado de violência a curto prazo. A longo prazo sabemos que a educação; esporte; saúde; presença do estado com políticas permanentes; emprego dentre outras, são o caminho para minimizar os índices de criminalidade. Na operação de hoje no Rio boa parte da imprensa não se preocupou com as vítimas, que passaram quatro horas sob tensão (só queriam saber se a operação foi dentro da lei ou se alguém teria cometido erro). Porque vocês não pressionam o congresso para criar leis mais severas, que deixem de beneficiar os criminosos. O Ministro da Justiça e Segurança Pública enviou ao legislativo federal um projeto contra a violência e o erário, e vem sendo bombardeado por todos os lados. Infelizmente não existe um debate sério sobre a criminalidade, e sim a demagogia, o olhar para as eleições e etc. Graças a Deus que não tivemos um desfecho como o Ônibus 174, que uma moça morreu inocentemente. Triste situação que estamos presenciando em nossa sociedade, onde as paixões políticas se sobrepõe aos interesses comuns.
    s.m.j.

  • Hélio

    Como é desproporcional ficarmos digitando textos comentando e criticando, dando opiniões sobre assuntos como esses. Somente quem passa por tudo isso sabe mensurar!
    Vamos comemorar a vida!

  • César

    Governador teve todos os motivos para comemorar o desfecho FELIZ do caso: 37 familias foram poupadas de grande sofrimento graças ao excelente trabalho do atirador.
    Quem se coloca contra a policia e a favor do delinquente, apenas joga na lata de lixo tantos anos de profissão. Triste fim!

  • José Carlos Silva

    Não acho que quem saiu de casa com várias garrafas e coquetel molotov, surtou no meio do caminho.

    Protocolos cumpridos, tentativas de negociação e foi abatido.

    Quanto ao governador, poderia ter parabenizado aos policiais sem o arroubo cinematográfico.

    Com relação a abater meliantes armados com fuzis ou outras armas de grosso calibre, quem quiser que vá morar nas áreas de risco tomadas pelas milícias ou tráfico.

  • Santana

    Concordo que a grande deseducação do governador do Rio foi a sua desnecessária comemoração. Achei de mal gosto, inoportuna e muito política. É como um super herói que comemora a morte de um malfeitor. Ele perde a sua essência do bem ao comemorar a tragédia que se abate sobre o outro. Quem é bom mesmo, evita alarde e holofote. Somente vai lá, faz seu trabalho e pronto, sem alarde. E o infrator nem tinha antecedentes criminais. Logo, é uma situação para lamentar, ao invés de se comemorar. Por outro lado, dá para se compreender o governador, pois ele foi duramente criticado ao defender o uso de snipers. Hoje vimos que ele estava certo.

  • Nool

    Isso mesmo, ali estava em risco a vida de mais de 40 pessoas inocentes, o cara instalou gasolina no interior do ônibus, amarrou todos os reféns e alguém vai dizer que o bandido não é perigoso, pelo amor de Deus. Então nos comentários dos hipócritas a vida dele era mais importante do que os mais de 40 reféns.

  • Maria

    No meu ponto de vista ninguém poderia prevê qual seria o desfecho de uma situação como essa,mas não concordo com o posicionamento do governador totalmente desprovido de bom senso e razão e ainda por se tratar de um juiz que conhece a constituição (valores invertidos). A humanidade está doente, insensível e sem compaixão e a vida do cidadão seja ele quem for não tem valor. A polícia precisa de mais preparo para tentar trabalhar com situações dessa natureza. Basta verificar as emendas orçamentárias liberadas para os estados e o plano nacional de segurança pública que já está funcionando em alguns estados e verificar o que deveria ser feito de projetos e ações para melhorar e modernizar (inteligência) e a realidade atual… Mais uma vítima da sociedade.

  • João

    Parabéns, Governador!! Foi eleito com esse discurso, a maioria da população o aprovou e colocou ele aí. A mesma situação do no Presidente Bolsonaro, a população aprovou seu discurso e de forma democrática o escolheu….

  • JEu

    Infelizmente, no nosso país, quem combate o crime sempre vive em uma “corda bamba”: se faz seu trabalho, é questionado pela maneira como fez… se não faz seu trabalho, é apontado como relapso e omisso… e assim também sofre qualquer um que apoie as polícias… e tudo o que a mídia quer é qualquer coisa para fazer as “manchetes” e tentar ganhar público e dinheiro com isso… então, onde está a hipocrisia e os baixos interesses?!!! realmente, para mim, o governador Witzel se excedeu ao comemorar, de público, o desfecho do sequestro (que foi bem planejado, pois ninguém que tenha reunido coisas como gasolina, garrafas pet, cordas, faca e uma arma – que só depois se soube tratar de um simulacro – pode ser tido como um caso de surto psicótico… ele pode até sofrer de problema mental, mas não é louco…) com a morte do criminoso… porém todo mundo sabe a pressão que vem sofrendo por ser a favor de medidas duras para conter a criminalidade violenta no Rio de Janeiro, e o resultado da ação é uma prova de que tem muita razão no assunto… então, creio, que, em vez de cair na opinião pública, como querem alguns, vai aumentar sua aceitação, o que o vai qualificando cada vez mais para ser o substituto do Bolsonaro… é esperar para ver…

  • Carlos

    De um lado uma sociedade vitima da violência onde os efeitos são cobrados logo o resultado e é mais fácil de ser cumprido do que discutir as causas do porque. A falta de politicas públicas e a corrupção produz a marginalidade em alta escala e aí os políticos faturam em eliminar os “marginais” produzidos por eles mesmos. O rapaz surtou e não era um marginal e faltou uma negociação com profissionais da área de saúde mental e quem sabe o desfeito seria comemorado e outra maneira. Agora aqueles que ficam exibindo os seus armamentos pesados aí nem vejo outra solução a não ser Sniper e sem perder o foco nas politicas publicas e a corrupção.

  • Fernando Lima

    Não Ricardo, é preciso ficar atento aos bandidos.Meu primeiro comentário foi excluido, nao fui ofensivo, não destratei ninguém, pensei que fosse um blog democrático.

  • KBÇÃO

    RICARDO BOM DIA,OLHA PARA O NOSSO ESTADO E VER O QUE O NOSSO GOVERNADOR ESTÁ FAZENDO NA SAÚDE NA EDUCAÇÃO E SEGURANÇA, COMENTA COISAS DO NOSSO ESTADO QUE A IMPRESSA TÁ DEIXANDO PASSAR, SE PROCURAR ACHA MUITAS NOTICIAS.

  • andré costa

    Jesus nos ensina a ter cuidado com a nossa apreciação sobre o procedimento do outro, pois nossa tendência natural é ver o cisco no olho do outro com antipatia, mas sempre com grande empatia/simpatia o tronco … não vou julgar a pessoa do governador por um episódio isolado, penso que ele processou naquelas horas difíceis algo como ” se o atirador da polícia erra a bala e acerta um passageiro vai lançar uma mancha sobre toda a minha carreira … agora um dúvida eu tenho: por que é que em casos assim , extremos, não se usa um projétil com efeito tranquilizante, capaz de “desmaiar” o alvo, em vez de tirar-lhe a vida, a possibilidade da cura, da regeneração, de uma vida para melhor viver ??? não tem essa técnica para o recolhimento de animais, por que não há um protocolo para atuar dessa maneira com seres humanos ?? será que não pode ter essa alternativa ?? seria um problema de ordem técnica, essa idéia serve somente para a bicharada ???

    • Lucas Farias

      A “política do abate” do governador Witzel e do presidente Bolsonaro não reservam a seres humanos o mesmo tratamento destinado a animais.

  • Xará

    MI MI MI, no mínimo, APELATIVO!!! Bons eram todos os governantes do Rio que, em parceria com as ORCRIM’s (do PCC ao PC) levou o Rio e o resto do país refém todos os dias dos piores bandidos que já se tem conhecimento.
    Caro Jornalista, a culpa foi a indução suicida do “livro”, governo militar que fez a ponte e o motorista que passou nela.
    FICA BOM ASSIM???

  • Alvinegro

    Wilson Witzel só pensa em bala, tiro e morte.
    O procedimento da polícia foi correto, mas a reação desproporcional. O sentimento normal é de alívio, desafogo e não de um gol marcado. Uma morte, um gol. Isso não é defender bandido, é tão somente ser humano. Respeitando os que foram salvos, mas também a família do que morreu, que não necessariamente poder ser julgada como família bandida.
    Há uma clara inversão, mas a ignorância nos cegou, há tempos.
    ´

  • jair guedes moro

    Jornalista passando pano pra sequestrador é demais. Governador já disse que comemorou a libertação dos reféns, e não a morte do bandido. Ta tudo errado nesse país.

    Resposta

    A sua falta de compreensão do texto tem relação com o seu nome?

  • Alex Ferro

    Tem mais é que comemorar mesmo! Que haja mais “tiros na cabecinha” só assim pode ser que um di voltemos a ter segurança nesse país.

  • Lucas Farias

    Prezado Ricardo, não há dúvida de que os agentes de segurança pública, no estrito cumprimento do dever legal e na legítima defesa de si próprios e de terceiros, devem agir de modo proporcional à injusta agressão ou à ameaça. Isso já está previsto na lei e não há controvérsia séria respeito. Quem não leu ou não entendeu seu comentário ignora o fato de que a comemoração exaltada pelo governador Witzel não condiz com o desfecho da tragédia. O comandante do Batalhão de Operações Especiais, Maurilio Nunes, declarou que “uma vida não tem preço” e lamentou o desfecho do ocorrido. O problema é o governador usar a morte como instrumento de marketing, buscando chamar a atenção para si, sem se importar com os métodos e as consequências para vidas humanas. Note que, no famigerado vídeo em que desfila esbaforido como se estivesse num estágio de futebol, o governador é seguido por um assessor, que filma seus arroubos. Claramente servirá de peça de propaganda para fins políticos. Witzel faz recorrentes declarações que incitam à violência, como ao dizer que é preciso “abater traficantes”, construir a “nossa Guantánamo” e “atirar nas cabecinhas” de quem ele julgue que são criminosos. Num Estado Democrático de Direito, como é o nosso regido pela Constituição de 1988, não há espaço para execuções sumárias, políticas de extermínio nem ações de justiçamento por parte das forças policiais. A “política de abate” anunciada pelo governador Witzel não é só desumana e anticristã (para quem professa o credo), mas inconstitucional e com efeitos colaterais que colocam em risco vidas inocentes. E os próprios policiais, em ações violentas, são também “abatidos”. O efeito colateral é uma guerra generalizada, desprovida de ações táticas e de inteligência que causem o menor impacto possível de danos sobre as pessoas comuns. Em maio passado, no estúpido episódio sensacionalista em que o Witzel aparece num helicóptero efetuando disparados em Angra, uma rajada de tiros atingiu uma lona de orações de uma comunidade cristã no Monte de Campo Belo. Pessoas poderiam ter sido assassinadas com a ação irresponsável https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2019/05/helicoptero-com-witzel-a-bordo-atirou-em-lona-de-oracao-em-angra-dizem-moradores.shtml. Em abril deste ano, o músico Evaldo Rosa dos Santos foi barbaramente assassinado por militares do Exército que dispararam mais de 80 tiros contra o seu carro, ferindo seus familiares. Essa política de morticínio e de exaltação das execuções coloca-nos todos em estado de insegurança https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/04/08/delegado-diz-que-tudo-indica-que-carro-de-familia-foi-metralhado-por-engano.htm. As ações das forças policiais deve estar pautada em investimentos sólidos na área de Inteligência e planejamento, de modo estratégico, para inviabilizar as movimentações financeiras de grupos criminosos e fornecimento de drogas e armas. Foi a ação de inteligência da Polícia Civil carioca que apreendeu 117 fuzis na casa de um vizinho do Bolsonaro e amigo do miliciano acusado de matar a vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes. http://www.folha1.com.br/_conteudo/2019/03/politica/1245537-policia-civil-apreende-117-fuzis-incompletos-na-casa-de-um-amigo-do-policial-militar-ronnie-lessa.html. Por sinal, há investigações em curso demonstrando que, das 881 mortes registras em ações policiais no Rio de Janeiro neste ano, nenhuma ocorreu em área dominada pelas milícias https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/08/20/policias-mataram-881-pessoas-em-6-meses-no-rj-nenhuma-em-area-de-milicia.htm. Todas as essas circunstâncias levam a graves suspeitas sobre o papel das milícias no governo Witzel. Como todos sabem, as milícias são constituídas por agentes públicos, normalmente das áreas militares e de segurança pública, que agem a serviço de empresários e políticos como justiceiros, assassinos de aluguel e instrumentos de controle político de territórios abandonados pelo Estado. Precisamos permanecer em alerta, Ricardo, tanto em relação ao governador Witzel quanto ao presidente Bolsonaro, considerando os fartos indícios de apoio recíproco entre seus governos. Um abraço.

  • Israel

    Parabéns ao BOPE do RJ, salvaram muitas vidas.