O pacote de promessas de campanha – de qualquer candidato – não tem a mínima chance de prosperar e cantar vitória ao se deparar com o choque de realidade.

Apesar de cultivar a intriga como um estímulo ao ato de governar, paulatinamente, o presidente Bolsonaro vai se dando conta de que sozinho ele não consegue atravessar a rua entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional.

Ainda que haja, ao que me parece, um exagero na entrega dos anéis neste primeiro momento de flexibilização da posse das armas que o governo possui.

Assim, só em Alagoas, a União despejou de uma só vez R$ 33 milhões em emendas não impositivas para a Saúde. Antes até do primeiro turno de votação da PEC da Previdência. E ainda vem por aí o segundo turno.

A nossa bancada na Câmara Federal deu maioria de votos ao projeto – seis dos nove possíveis. E não faria diferente sem as tais emendas, assim me parece. Mas, prevenir é preciso, principalmente depois da criminalização do Congresso.

Já a temporada de distribuição de cargos federais em Alagoas começou em alto estilo: o primeiro beneficiado foi o deputado Marx Beltrão, que reassumiu – através de um afilhado político – o comando do Porto de Maceió.

Arthur Lira não tem pressa: é dele a Codevasf/AL, e além de mantê-la, ainda deve levar mais alguns cargos – a escolher.

Nivaldo Albuquerque está bem próximo da Funasa, Sérgio Toledo e Severino Pessoa também terão o quinhão que lhes pertence, e até Isnaldo Bulhões, preferido do Palácio daqui, não haverá de ficar de mãos vazias.

Ora direis: sempre foi assim. O problema é que a tal da “nova política” não admitia o tal do toma lá, dá cá. Mas como o velho Ulysses Guimarães já tinha avisado, não se chama ninguém pra perto dizendo “xô, xô”.

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  • CICERO FREDERICO DA SILVA

    É grande *troca-se* os ratos, mais o queijo é o mesmo.
    Políticos são todos iguais, nada muda .
    Há, o que fazer? O nosso povo sempre aprende ou não.

  • Idosamente MONGE no Sertão: busca SUS sem úi nem Ái!

    É dUente q se apequena na VIDA … dândis nas RUAS recebem duende$ em casa!
    DanDy$ first … homO de bom goXsto, _ https://pt.wikipedia.org/wiki/Dândi
    > Tem fantástico senso estético, cavalheiro perfeito q vÉve a vida intensa e MENTE!
    – LIKE a duende … folK ibérico e latino-filipino, dueño de casa, espírito travesso da casa.
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Duende

  • Há Lagoas

    Na República das Bananas o pragmatismo e o fisiologismo é a pratica da sobrevivência. Tolo é o eleitor que ainda acredita que existe político altruísta o suficiente para não colocar sua vaidade pessoal acima do bem coletivo.
    É claro que sempre é possível escolher o menos ruim, em uma matilha com muitos graus de maldade.
    Pobre Bolsonaro, pobre eleitor do “mito”, a realidade bateu a porta…

  • Ze Bouquet

    O eleitor metido a honesto não sabe o sacrifício que é ser deputado e assumir compromisso com as lideranças e os familiares mais próximo para acomodar nos cargos que não são tantos assim. Aqui em Coruripe o deputado Marx Beltrão,tem feito de um limão uma limonada e demonstrou lealdade ao governo Temer e o atual Bolsonaro e poucos tem a disposição de ir votar com a perna engessada. O comando do Porto de Maceió, não é tão grande com muito pensam e o deputado tem uma demanda reprimida em relação ao seu tamanho politico e a região sul, é uma prova cabal do seu prestígio onde tem uma boa votação mesmo fazendo uma campanha franciscana.

  • Cidadão

    Cabe ao povo selecionar melhor os que querem viver de toma lá dá cá , e os que querem realmente trabalhar fazendo políticas públicas de qualidade. No senado houve uma boa mudança, nosso RODRIGO Cunha.

  • Glorioso

    Tolo é o eleitor que acha viver em uma democracia que lhe obriga votar na politicagem que muda as figuras mas os métodos são os mesmos.

  • Maria

    As bancadas são mais ligados a determinados interesses, que não a sociedade. Não existe nenhuma força mediadora..É o governo do partido único,ideias únicas.Apenas o governo de coalizão. “Ninguém confia em ninguém”. É o retrocesso da democracia e a sensação generalizada de um cenário de paralisia.

  • Zé Bouquet

    Enquanto isso o Dep federal Marx Beltrão, trabalha e está tentando resolver o velho problema do números insuficiente dos ônibus sucateados que faz o transporte dos estudantes de Coruripe e promete que no mais tardar no início do próximo 4 novos ônibus pode reforçar esse serviço. Apesar do município ser a terceira arrecadação do estado vem passando dificuldades e orienta os secretários municipais moderação no gastos e afinal de contas das doze secretárias onze são ocupadas por Beltrão. ” Vamos cortar na nossa própria carne” É um exemplo de zelo público.

  • JEu

    Bloquearam meu comentário… cadê a democracia…!!!