Há uma notória dificuldade do Palácio República dos Palmares de encarar notícias ruins, mesmo quando verdadeiras.

Quando a questão é o desemprego, a iniciativa de marketing do governador Renan Filho, normalmente via redes sociais, é anunciar a realização de concurso público – em áreas as mais diversas.

É claro que melhorar a qualidade dos serviços oferecidos à população tem seus méritos inegáveis, mas isso não consegue atenuar o fato de que Alagoas tem a segunda maior taxa de desemprego do país.

Não se pode, por óbvio, apontar o governo de Estado como sendo o grande responsável por esse cenário doloroso e sem perspectiva de mudanças no curto ou médio prazo. A crise é nacional e não dá sinais, por enquanto, de arrefecimento.

As vagas oferecidas no serviço público, ainda objeto do desejo de milhares de alagoanos, pouco impactam, de fato, na estatística do desemprego local.

Fato concreto é que Alagoas precisa encontrar alternativas de crescimento do emprego baseado na inciativa privada – sem acreditar em milagres.

Já que não conseguimos, apesar de termos tantos diferenciais – dizem todos os governantes mais recentes -, atrair investidores de forma consistente, é o caso de tentar descobrir se há uma cabeça de burro enterrada por aqui.

Doze e Dez Notícias está de volta hoje à Pajuçara FM
Bolsonaro consegue unir presidentes da Câmara Federal e do Senado
  • EX ELEITOR

    É IMPORTANTE PARA MANTER O FUNCIONALISMO NAS MÃOS, PARA SER TRATADO COMO GADO, ESSE RENAN FILHO E E TODA SUA TURMA , NÃO VÃO TRAZER NUNCA GRANDE INDUSTRIAS PARA ALAGOAS, POR QUER ESSA CLASSE DE TRABALHADOR TRÁS LIBERDADE, INDEPENDENCIA COISA QUE OS POLITICOS POR ESSAS BANDAS N QUEREM.

  • Carlos

    Um governador desnaturado que que ser inteligente é se manter no poder com propaganda falsa e não focar no desenvolvimento do estado é disso pra pior. Ele só tem um projeto salvar a pele dele e do papito.

  • JEu

    Pois é, o desemprego é realmente uma praga nacional, criada pelos governos dos últimos 16 anos… pois o governo atual só está aí há pouco menos de seis meses e está lutando contra a má vontade do congresso nacional, que não quer ver esse governo deslanchar, pois significaria a vitória da ética, da moralidade na administração pública e no retorno do país aos trilhos do bem e da transparência pública, dificultando, sobremaneira, a “mamata” geral e irrestrita implantada anteriormente, e que não quer largar o “osso” de maneira alguma… já por estas bandas caetés, o governador mininim não enxerga mais nada que não seja o projeto politiqueiro do clã familiar e o povo alagoano, como sempre, que se dane… até agora não anunciou o reajuste regulamentar e constitucional das perdas salariais frente à inflação do ano passado, e depois fica com essa estória de concurso público… para quê concurso público se não pode manter nem o efetivo atual com salários dignos?!!! ora vá mentir assim lá para os seus bajuladores… tenha vergonha menino sem educação…

  • Lagar dos Tempos

    Senhor Jornalista,

    Para gerar empregos na iniciativa privada é necessário possibilitar uma concorrência real para o empresariado. Menos burocracia. Incentivos fiscais. Enfim, deve-se quebrar o cinto que impede a entrada de pessoas de outros lugares do nosso País. Alagoas é um Estado fechado e hostil a investimentos externos. Demais disso, a fiscalização tributária desse ser igual para todos, entre outros problemas que não vêm a talho expor. Enquanto essa situação não for resolvida o concurso público contínua sendo uma alternativa heróica para o concurseiro.

  • André costa

    é , acontece que não foi noticiado, não saiu na mídia : dia 14/junho/19, recém passado, terminou o prazo de validade para o concurso da Uncisal, edital nº 02/2014 e, ATENÇÃO, 46 candidatos aprovados NAS VAGAS (150 ao todo) para o cargo de Artífice NÃO FORAM NOMEADOS – e tem que conseguir suas nomeações mediante ações no Poder Judiciário – desses, 10 já
    conseguiram, porque foram espertos e entraram com processo já em 2016 – o restante tem que esperar na Justiça alcançar suas nomeações DE DIREITO – consta que uns tantos estão desempregados …

  • Floripes Monique

    E quem muitas vezes consegue essa “vaga” pública, Ricardo? “Estrangeiro” melhor alfabetizado, preparado e experiente. Pessoas de PE, CE, RJ, SP…
    Ah! Dá um asterisco ao marqueteiro governador e o que ele chama de “concurso” na saúde leia-se PSS (Processo Seletivo Seriado), já que tudo será OSS.

    • André costa

      sim, a imprensa jáchama , normalmente, de “Concurso” as tais seleções por tempo determinado …

  • Antonio

    É preciso tratar o desemprego no nosso estado com conhecimento de causa e isso todos sabem a resposta. A política de emprego deve explorar o efeito multiplicador nos outros setores da economia. Fatores estruturais socio-economicos devem ser resolvidos com prioridade….etc. Sabe o que é desigualdade social?

  • José

    Queria saber como se acha essa fórmula…O povo não quer cala a boca. O povo quer saúde, educação… dignidade. Queremos concurso público sim, desde que tenhamos condições de lutarmos com igualdade. CHEGA!

  • Carlos Ferro

    Caro Ricardo!
    Isso é um disparate com o servidor estadual.Enquanto o governa a dor massacra os servidores do executivo com salários vergonhosos(Nível médio recebe 760,00).Não seria mais sensato tentar amenizar o sofrimento desses servidores fazendo um plano de cargos para os mesmos?E deixar o concurso para depois?Como ele alega não existir dinheiro para reajuste dos servidores e anuncia concurso?Chega de politicagem.esse governa a dor é um parlapatão!

  • Alagoano sem esperança

    O desemprego assombra os “pobres mortais”, os “ricos mortais” não têm o que reclamar, vide portal da transparência do executivo do estado de Alagoas: esposa de desembargador, filha de desembargador, filho de promotor de justiça, entre outros. Um membro do MP que tem o dever de fiscalizar o poder executivo tem um filho como servidor do estado? Não há um conflito de interesses nisso? Esposa de desembargador posando para a foto com o marido e o chefe do executivo? Quanta incoerência, caro Ricardo Mota, só o pobre que sofre com esse “caos”.

  • Lucas Farias

    Prezado Ricardo, aproveitando o assunto, acho importante fazer o registro de que os profissionais do jornalismo em Alagoas estão em greve contra a redução de 40% do piso salarial da categoria, medida imposta pelas grandes empresas de mídia do estado. Que o movimento dos jornalistas contra a precarização e o corte salarial inspire os demais trabalhadores e assalariados de Alagoas e fortaleça as entidades sindicais, ferramentas hoje desgastadas mas necessárias numa democracia (apesar da estupidez de quem acha que sindicalista é sinônimo de vagabundo). Um abraço.

  • amorim

    As questões relativa ao emprego público merecem um estudo mais aprofundado. Digo isso, concernente aos resultados dos últimos concursos. Maracutaia o que não tem faltado, nada pode assegurar a lisura de um concurso, até penso que fazem concursos para arrecadar uns trocos, não sei para quem, porque o objetivo nunca é alcançado, as regras não são claras, apesar do estatuto, no Brasil é assim, sempre se burla a lei ou quem está à frente não tem o menor interesse de resolver as questões , quanto mais bagunça melhor, até os militantes pensam assim. É bom apontar a prática dos outros, só que nas caladas participamos das mesmas práticas.

  • O Desconfiado

    Interessante que nesse nobre espaço cibernético aparece algumas pessoas “sem esperança”, “indignado” e bairristas, que tratam os outros como “estrangeiros”, quando a Constituição diz que não pode haver empeço para o trânsito dos brasileiros. Se fosse por esse critério muita gente de órgãos famosos não estariam por aqui. Por isso, quero parabenizar o MP de Alagoas pelos seus democráticos concursos, tem gente de todo canto, muita gente do um estado vizinho, que toca muito tambor. Concurso público é opção de emprego, sem descurar da iniciativa privada.

  • Júnior

    A cada comissionado contratado daria para empregar varios pais e mães de família. Sem contar nos funcionários fantasmas.

  • Thyago

    Prezado Ricardo,
    Acredito que um dos maiores problemas do atual governo e que trouxe consequências e esses dados reais. Foi o fato das regras adotada pela Sefaz. A política de arrocho fiscal só fez o governo está com a conta azul e as empresas fechando as portas e consequentemente esse desemprego. Vale salientar que os concorrentes no cenário que vivemos com a internet, não está só em Alagoas. Como podemos competir com empresas que em outros estados do Brasil e inclusive do Nordeste tem uma diferença tributaria dependendo do tipo do produto de 13,20% para que o produto entre no estoque. Isso vai fazer as empresa sair de Alagoas e ir para os estados onde consegue ser competitivas.

  • Alagoano T

    O problema da economia de Alagoas não era o monopólio da cana de açúcar? E agora que estão quase todas fechadas, de quem é a culpa? Saudades de termos todas as usinas funcionando! O problema da falta de iniciativa privada mais robusta em Alagoas é de nós alagoanos que somos, na maioria, mais preocupados com fuxico de política de que em trabalhar e empreender. A verdade é essa, mas demores estamos apontando o dedo o culpar os outros.

  • breno

    A burocracia e a quantidade de taxas que são cobradas para quem deseja empreender e gerar emprego e renda é desanimador.

  • Jovieira

    Governador, antes de fazer concurso público tenha piedade dos servidores de nível médio que vivem de doações de seus familiares porque o salário que recebem não paga nem as contas básicas.

  • ALAGOANO REVOLTADO

    Mota: Os vereadores de Maceió aumentaram o número de parasitas de 21 para 25, a partir de 2020. Os contribuintes que se lascam sustentando, a partir do próximo ano, 25 VEREADORES. Isso é um tapa na cara da população cansada de pagar tantos tributos para sustentar tanta gente que nada faz. Pobre população indefesa.

  • Anselmo

    Servidores efetivos da Câmara de Maceió terão reajustes de até 10% https://t.co/53dZNYxE3C https://t.co/IFgBseet2o https://twitter.com/eassimnet/status/1143854165296369664

  • Cidadão

    Parabéns JEU, ótimo comentário

  • Maria

    Ricardo a população estaob em apoio a greve dos jornalistas alagoanos. Esperamos que se resolva logo essa situação da melhor maneira possível e garantia dos direitos dos profissionais. A população não pode viver no atraso. Precisamos de vocês! e estamos com vocês!

  • Felipe

    Há de se destacar o (aparente) bom trabalho do governo na busca pela sustentabilidade do equilíbrio fiscal. Mas, esse tipo de iniciativa vai na contramão do que se espera para o futuro do equilíbrio das contas públicas e contra a própria dinâmica de mercado. Cada vez mais as empresas privadas buscam inovação e redução de gastos com pessoal. Enquanto isso, estamos falando em concurso público para serviços que poderiam estar utilizando inteligência artificial e automação ao invés do esforço humano.

    • Observador

      Nossa! Um estado atrasado como Alagoas utilizando inteligência artificial ao invés de seres humanos???? Vc é louco ou veio do espaço? Kkkk

  • Observador

    A lei diz que tem que contratar por meio de concurso público, então quem veio aqui querendo reclamar de concurso é porque nunca passou em um. Parece que o povo gosta mesmo é do apadrinhamento político, taí o TJ Al querendo fazer um PSS pra poder colocar lá os filhos, netos, sobrinhos… dos juízes, desembargadores, promotores e por aí vai…
    Acorda povo.

  • José Carlos Silva

    Não existe cabeça de porco enterrada em Alagoas.

    Existiu e existe ainda incompetência na captação de investimentos no Estado.

    Optamos por viver durante anos a fio apenas da monocultura da cana de açúcar. Essa foi a aposta feita por vários governantes, até que o Produban deixou de bancar a farra.

    O fumo sofreu com a campanha anti tabagismo. Representava uma parcela importante da arrecadação. Simplesmente já vinha perdendo mercado para o tabaco produzido na Bahia.

    O Pólo Alcoolcloroquimico foi um arremedo e logo, sem captação de novas e grandes empresas, se descaracterizou.

    Então concurso público passou a ser o grande objetivo de nossos jovens e também pessoas mais maduras. Isso e somente isso. Ninguém almeja mais nada que não ser funcionário público.

    Agora até onde o serviço público, seja estadual ou municipal, vai aguentar o tranco de ser a única fonte geradora de empregos, já sabemos onde vai parar.

  • Carlos

    O blog Ricardo Mota está em greve e tem o meu apoio e só sabe o que arrocho salarial quem passa. Os empresários na sua maioria não abrem mão de cada dia mais aumentar os seus lucros e o trabalhador não pode deixar de lutar pela sua perdas salariais! Olha o que acontece com os servidores estaduais… Enquanto os poderosos dos poderes Judiciário e Legislativo tem os seus altos salários sempre reajustados acima da inflação e o governador desnaturado massacra os servidores em sintonia com o setor privado das comunicações.

    • Vital

      Caro Carlos essa sintonia entre o “privado”é uma corda que uma hora há de derrubar os que se “acham inteligentes” ou seja os mais “fracos” que tem como principal motivação a ganância. Extipar essas figuras é o melhor caminho, mas isso só através dos votos. A sociedade que tem acesso as informações pode e deve fazer a melhor escolha e essa greve dos jornalistas mostra claramente a grande importância da informação.

      • Carlos

        Exatamente!
        Vital os empresários estão em boa parte ligados aos políticos do atraso e quando vejo milhões de votos nulos e brancos e sem falar os números que prefere justificativa do que votar. Que pena um protesto inútil e os políticos agradece assim eles permanecem no poder.

  • Jaime

    Pereira.
    Ricardo assim que seja resolvido a situação da greve dos jornalistas por favor não esqueça de falar desse assunto que é de extrema importância para a população… O gabinete da parlamentar Jô Pereira enviou ofício ao secretário de saúde para saber sobre algumas questões relacionadas ao hospital da mulher…
    Durante a plenária foram cobradas questões como: quais os recursos investidos – valores e fonte?; prazo de entrega e previsão de início de funcionamento para atendimento à população?; qual o papel da Uncisal?; quais os procedimentos que serão ofertados?; previsão de custeio mensal?; e como será feita a contratação de funcionários? etc. https:www.al.al.leg.br/comunicação/noticias/parlamento-discute-planejamento-financiamento-e-gestao-do-hospital-da-mulher Parabéns Jô Pereira pela iniciativa.

  • ESTADO DE LADRÕES E SEM JUSTIÇA

    ESSA CONVERSA DE CONCURSO PÚBLICO É CONVERSA PARA BOI DORMIR, AS VAGAS DA SEFAZ SÃO 85, PORÉM NO MÍNIMO 60 VAGAS SERÃO DE PESSOAS QUE VEM DE FORA E OS ALAGOANOS CONTINUARÃO CHUPANDO DEDO, COLOQUEM HISTÓRIA DE ALAGOAS PARA ESPANTAR ESSE PESSOAL. ALÉM DO MAIS O DESEMPREGO SÓ ATINGE OS ALAGOANOS QUE NÃO FAZEM PARTE DA CASTA, POIS SE OLHARMOS O PORTAL DE TRANSPARÊNCIA, VEREMOS QUE ESPOSAS, FILHOS E APADRINHADOS POLÍTICOS ESTÃO TODOS LÁ

  • Alagoano sem esperança

    Sabe por que não muda?
    Porque aqui em Alagoas o que vale é a certidão de nascimento, não o currículo e histórico profissional.
    Quem pertence à “casta abençoada”, não se preocupa com o desemprego e nem vai para a fila do sine, quem tem apadrinhamento não sofre com o desemprego, simples assim.

  • SEM JUSTIÇA

    Pois é, concursos e mais concursos para candidatos de outros estados. Enquanto isso : O governador massacra o servidor do executivo tirando uma mísera função gratificada de 650, do servidor que recebe um subsídio menor que o salário mínimo e depois vai para a mídia dizendo que economizou, quando todos os dias é publicado no diário oficial cargos de livre lotação (indivíduos que recebe sem trabalhar).