É impossível, por enquanto, saber se estados e municípios serão incluídos na Reforma da Previdência:

“O quadro político está muito confuso, tanto que os governadores cancelaram uma reunião, na semana passada, para deixar a poeira baixar”, disse o secretário George Santoro, da Fazenda.

Ele garante que no caso de Alagoas o impacto da reforma – com o ingresso dos estados – só será sentido no futuro. De imediato, com o crescimento da alíquota de desconta da Previdência, de 11% para 14%, “o incremento seria de apenas R$ 40 milhões, por ano”.

Mas há, sim, um horizonte de médio prazo bastante preocupante:

– Até 2025, 1/3 da mão de obra do Estado vai se aposentar, caso permaneçam as regras atuais.

(São mais de 10 mil servidores que entrariam no sistema.)

O secretário acredita que haverá, em breve, uma mudança no perfil dos servidores estaduais, com carreiras mais atraentes, principalmente nas atividades-fim, e melhores salários.

Tomara.

Educação só avança em Alagoas se for tratada como a Segurança
A maldição política dos ex-governadores de Alagoas
  • Juliana

    Não acredito em Saci Pererê, Mula sem cabeça…. Sabe no que eu acredito? Que a taxa de analfabetismo daqui do estado é a maior do país.

  • amorim

    As vezes acho que vou ficar louco, tantas são as opiniões que fico confuso. Porque tanta resistência para darmos continuidade a vida? Será que nós não entendemos que a vida é uma evolução. Pasmem, porque tanta resistência as mudanças, afinal, onde está a razão? Na economia só se fala em números crescentes, como se ninguém morresse, Matusalém, é pinto para essa nova geração. Amigos, é muito desfaçatez.

  • JEu

    E enquanto o funcionário público amarga, mais uma vez, a indiferença do governador sobre o reajuste dos salários pelo IPCA, conforme rezam a CF/88 e a lei estadual aprovada no governo do Téo Vilela, o mininim voa para a China com vários “secretários e auxiliares”… e, agora, anuncia que construirá o aeroporto de Maragogi com recursos próprios… ou seja, tem recursos para tudo, menos para cumprir com a lei… acho que, no retorno à Maceió, quem vai ficar fora do “negócio da China” é o funcionário público… pobres miseráveis, esquecidos de tudo e de todos…

    • Carlos

      É isso aí, JEu e o pior ele só refere a crise em relação aos servidores públicos e no entanto j á reajustou os duodécimos dos poderes judiciario e legislativo cerca de 65% em média no seis anos de governo e no entanto desdém com os pobres dos pobres do servidores. Aqui em Alagoas a crise é seletiva. Chega de mentiras Abaixo o coronelismo da política Alagoana.

  • Carlos Ferro

    Caro Ricardo!
    Os servidores são tratados como vilão da situação atual do estado.Com salários vergonhosos,os servidores do executivo passam necessidade,enquanto isso o governador se nega a aplicar o IPCA alegando falta de recursos.O que não entendo é o tratamento diferenciado com o legislativo e o judiciário,para eles sempre tem dinheiro.Nós do executivo infelizmente estamos no mato sem cachorro.Enquanto o salário médio do executivo gira em torno de 1.500,00 os do legislativo e judiciário gira em torno de 8.000,00.Será que a barriga deles é maior?Espero que um dia isso acabe.

  • Josiene

    Absurdo!!!
    Servidores de nível médio do executivo recebendo subsídio de 760,00 (menos do que o salário mínimo).

  • Josiene

    Absurdo!!!
    Servidores de nível médio do executivo recebendo subsídio de 760,00 (menos do que o salário minimo).