o BNDES.

A recuperação judicial da Odebrecht não inclui a Braskem, que é considerado o ativo mais saudável da empreiteira (e pode servir para pagar parte da dívida, se negociada).

Segundo um dirigente nacional da empresa, “a situação não contamina a vida da mineradora, que segue normal”.

Não deixa de ser uma boa notícia, inclusive para os moradores do Pinheiro, Mutange e Bebedouro.

Agora, cá pra nós, que rombo!

São quase R$ 100 bilhões de dívidas da Odebrecht, cujo maior credor é o BNDES.

Com o PDT cada dia mais esvaziado, Lessa vira refém do Palácio
Plano de Ações para o Pinheiro já está com a Defesa Civil Nacional em Brasília
  • luis

    Interessante mesmo foi a CPRM ter sido a empresa contratada pela Braskem para perfurar metade dos poços – que a CPRM alega ter causado problemas!

  • Adson Freire

    Pois é, Ricardo, agora é que começamos a ter a real dimensão do rombo que a ROUBALHEIRA orquestrada pelo PT e seus cúmplices causaram ao erário, via BNDES, fundos de pensão, empreiteiras e outras estatais. E ainda tem quem defenda à inocência da “alma mais honesta do Brasil”. Por aqui tem até presidente do TJ posando “candidamente” ao lado de uma faixa pedindo pela libertação desse delinquente… “Pode isso, Arnaldo?”

  • JEu

    Se a Braskem está fora da recuperação judicial da Odebrecht e se sua situação financeira é sólida e estável, como dito, então que a Justiça decrete o bloqueio requerido pelo MP/AL e Defensoria Pública, no valor de R$ 6,7 bilhões e determine o início imediato das negociações individualizadas para o ressarcimento dos cidadãos atingidos pelo famigerado sinistro (afundamento dos bairros) causado pela mineração do sal-gema na região… afinal, essa quantia “irrisória” não há de prejudicar a empresa…

  • Johann Sebastian Bach

    Será que a Braskem parou de minerar no bairro de Bebedouro…
    Será que ela está cumprindo a determinação da Justiça Federal, de não mais minerar, dentro da Capital…
    Com a palavra o Judiciário…
    Será???

  • Lucas Farias

    Prezado Ricardo, particularmente não aplaudo a crise da Odebrecht. Embora seja crítico do capitalismo predatório e da política de incentivos, desonerações e benesses fiscais a perder de vista para grandes empresas, prática reveladora de relações promíscuas entre empresários e políticos, reconheço a importância desta empresa para a cadeia produtiva nacional, para seus trabalhadores e para o desenvolvimento econômico. Em seu auge, a Odebrechet chegou a empregar quase 200 mil pessoas, com corpo técnico de excelência (não falo dos dirigentes), tornando-se uma das mais eficientes empresas de engenharia pesada do mundo, além de atuar na indústria petroquímica, com petróleo e gás. Nestes tempos de pós-verdades e certezas vãs, mesmo com o (sempre necessário) esforço de combate à histórica corrupção empresarial do estado patrimonialista brasileiro, fico me perguntando se não seria possível punir corruptos e corruptores, inclusive dirigentes, executivos e acionistas, sem que isso significasse a destruição da empresa, o que provoca um efeito dominó: demissões em massa que aumentam as estatísticas de desemprego, perda de arrecadação dos entes públicos nos locais em que a empresa movimenta a economia, prejuízo a outras empresas que atuam na cadeia produtiva vinculada às atividades desenvolvidas, perda do conhecimento técnico e científico acumulado, entre outros danos imensuráveis. Por sinal, a Lei de Recuperação e Falências, em seu artigo 47, estabelece como objetivo “permitir a manutenção da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos interesses dos credores, promovendo, assim, a preservação da empresa, sua função social e o estímulo à atividade econômica.” Um abraço.

  • MORADORA DO PINHEIRO

    A vilã não é só a BRASKEM não. A CAIXA ECONOMICA FEDERAL ESTÁ CONSTRANGENDO MAIS OS MORADORES DO PINHEIRO
    RICARDO MOTA, COMENTE SOBRE ISSO NO SEU BLOG.

    https://www.dpu.def.br/noticias-alagoas/51206-dpu-propoe-acao-para-atenuar-problemas-de-moradores-do-bairro-pinheiro