A Braskem enviou nota a este blog, publicada abaixo, explicando situação da empresa no que diz respeito a uma suposta recuperação judicial.

Nota de esclarecimento 

A Braskem tem operações industriais competitivas e situação financeira sólida,  sendo reconhecida com o grau de investimento pela Standard & Poors e pela Fitch, duas das mais importantes agências de classificação de risco de crédito do mundo. 

A companhia se encontra em dia com suas obrigações e não há motivo para falar em recuperação judicial. A Braskem reafirma sua governança corporativa sólida e independência financeira em relação a seus acionistas. 

A companhia está inserida no setor químico e petroquímico, de extrema relevância para diversas cadeias produtivas e essencial para o desenvolvimento econômico do Brasil. 

Com 41 unidades industriais no Brasil, nos EUA, no México e na Alemanha, e uma produção anual de mais de 20 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos, a Braskem abastece milhares de clientes no Brasil e em todo o mundo. 

Reiteramos ainda nosso compromisso com Alagoas, onde estamos presentes há mais de 40 anos, e com a sociedade alagoana.

Braskem

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  • Morador de Bebedouro

    Conversa pra boi dormir. Se realmente tivesse compromisso, com o povo alagoano. Não estaria negando sua autoria nas atividades que deram origem, a toda essa desgraça que os bairros estão vivendo. Até a placa com o seu nome já retirou na planta do mutange. Com medo das filmagens nos protestos realizados. Então diante de toda essa negativa e a comprovação da causa, validado pela CPRM. Tem que fazer igual foi feito na vale. PRISÃO DE TODOS OS RESPONSÁVEIS ENVOLVIDOS. PONTO FINAL, como já falei antes, a Braskem, não tem interesse e nem vai indenizar ninguém. Tudo isso com a covardia das autoridades presentes.
    ESSE É O ÚNICO COMPROMISSO COM O POVO ALAGOANO.

  • JEu

    Faltou falar sobre a questão do ressarcimento dos prejuízos causados aos cidadãos “alagoanos” que residem no Pinheiro, Mutange e Bebedouro… e agora que afirmam que a situação financeira da empresa é sólida, só resta ao poder judiciário atender ao pedido do MP/AL e Defensoria Pública de bloqueio de R$ 6,7 bilhões como garantia aos moradores daqueles locais, e trabalhar para que seja iniciado, o mais rápido possível, os processos de negociação individualizada com as vítimas do infausto sinistro que atingiu a região, dito e afirmado pela CPRM como tendo causa maior a extração do sal-gema na região…

  • Alagoano T

    A grande questão vai ser a morosidade da justiça. Quanto tempo um assassinato (crime direto contra a vida, o pior de todos a meu ver.) leva p ser condenado e ir preso? Imagine uma condenação final de um caso desse como o do Pinheiro. Muitos e muitos anos, e isso faz com que a empresa judicialize está questão é postergue esse pagamento para muitos anos à frente! Pensar fora desse contesto é usar o coração e não querer enxergar a realidade.

  • LUIZ CARLOS VALOES CORDEIRO

    Balela ela vai sair de Alagoas a indenização aos prejudicados podem esperar por décadas e aja décadas e sempre terá a justiça pra dizer a última palavra ou seja sugou tudo que pode se tornou a milionário que é hoje as custas do solo alagoano e pronto fica como está e não se escondam pra dá suas opiniões.