A CPRM disponibilizou publicamente, na terça-feira, todos os dados técnicos sobre os seus estudos no Pinheiro (e arredores), inclusive os “anexos” cobrados (no mesmo dia) pela Braskem.

“Quem quiser saber o que embasou o resultado do laudo da CPRM pode acessar o nosso site. Está tudo lá”, disse ao blog uma fonte técnica da CPRM.

A estatal, ligada ao Ministério das Minas e Energia, afirma que não quer polemizar com a Braskem, “apenas deixar clara a transparência que norteou os estudos e conclusões a que chegaram os técnicos que analisaram a situação”.

Como afirmou o representante da CPRM, “nós não fomos a Maceió em busca de culpados, apenas buscamos entender, com estudos científicos, o que está acontecendo”.

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  • Morador de Bebedouro

    SÓ FALTA AGORA A FAMIGERADA BRASKEM! PERGUNTAR A CPRM SE AS CAVERNAS SÃO HABITÁVEIS LÁ EMBAIXO. A BRASKEM NÃO ESQUEÇA QUE ESTÁ ZOMBANDO COM 45 MIL PESSOAS. PORQUE AS AUTORIDADES ESSAS NÃO SE CONTA.

  • JEu

    Exatamente o que já havia afirmado anteriormente: a CPRM não seria tão irresponsável de divulgar um laudo sem os necessários fundamentos… e que os tais documentos (originais) estariam na sede do órgão para as devidas comprovações junto à justiça… logo, como disse, o que a Brasken (leia-se Odebrecht…) queria e quer é simplesmente ganhar tempo e mais tempo para prolongar ao máximo as decisões judiciais sobre o caso… logo, o que resta aos cidadãos prejudicados (também já o afirmei aqui) é se organizarem e fazerem manifestações (com bloqueios…) em frente da sede da empresa e nos locais de mineração do sal-gema para chamar a atenção da mídia nacional e, quem sabe, internacional para o caso… com certeza isso “apressaria” todas as decisões a serem adotadas, seja pela empresa, seja pela justiça…

  • Luiz

    Caro Ricardo.

    Como falei em comentário anterior, “isso é muito mimimi da Braskem”, querem criar factoides para se vitimizar. É puro jogo sujo.