O defensor-geral do Estado, Ricardo Melro, deu uma declaração extremamente sensata:

“O único laudo independente é o da CPRM, que não foi pago por nenhuma empresa.”

É evidente que ele se refere à posição pública assumida pela Braskem, de que vai comparar o resultado dos estudos geológicos realizados pela Companhia de Pesquisas e Recursos Minerais com “laudos independentes” contratados pela empresa.

É um direito da Odebrecht – e demais acionistas -, mas não há de se apontar o trabalho da CPRM como atrelado a algum interesse, que não o científico, por ser contrário aos interesses da Braskem.

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