Um grupo representativo dos moradores do Pinheiro vai ao Tribunal de Justiça, nesta quinta-feira, com uma a ser apresentada ao desembargador Celyrio Adamastor: que ele faça o bloqueio, imediato, de R$ 6,7 bilhões da Braskem.

Lembrando que este é o valor estimado pelo MP Estadual e pela Defensoria indenizar milhares de famílias prejudicadas pelas alterações geológicas provocadas pela mineração do sal-gema.

Adamastor é novo relator da Ação Cautelar impetrada pelas duas instituições, em substituição ao também desembargador Alcides Gusmão, que está em férias.

Gusmão já determinou a proibição da distribuição de R$ 2,7 bilhões da Braskem com os acionistas da empresa, como medida cautelar.

O que se pretende agora é avançar nas ações judiciais, para que o tempo não se torne um inimigo impiedoso.

Qual será o futuro da Braskem em Alagoas?
CPRM: a ciência venceu as 'fake news' qualificadas
  • JEu

    Depois da divulgação do laudo da CPRM, considerando ser este órgão o mais competente no país para estudar o caso, só resta ao judiciário reconhecer e admitir a ação cautelar, bloqueando, de imediato, os bens e valores necessários ao ressarcimento pleiteado pelo MP/AL e Defensoria Pública do Estado, e determinar que sejam iniciados, de imediato, os procedimentos para o pagamento das indenizações… e a Brasken (leia-se: Odebrecht…) que continue com suas ações intermináveis… o que importa mesmo é que os cidadãos comecem a receber suas indenizações… e se, por acaso, a justiça ainda não se decidir pelo bem do povo, então cabe ao povo, como dito na CF/88 (todo poder emana do povo…) usar este poder e ir lá na Brasken “exigir” o pagamento do que lhe é devido… aí talvez eles entendam do que se trata…

  • WAL

    Não existe o culpado neste caso, e sim os culpados.
    Então temos, a príncípio; A BRASKEM e o IMA.
    Sim, o IMA, órgão do governo, que ixiste para fiscalizar essas empresas, não fiscalizaram coisa nem uma.