Em apenas quatro anos, dois desembargadores desistiram de assumir a presidência do Tribunal de Justiça, ainda que por motivos diferentes.

Em 2014, seguindo os critérios do TJ, o desembargador Pedro Augusto Mendonça seria o titular do cargo teoricamente mais cobiçado do Judiciário alagoano.

Alegando razões pessoais, ele passou a cadeira para o seu colega Washington Luiz.

Agora foi a vez do desembargador Alcides Gusmão, que se disse impedido de comandar o Tribunal a partir de 2019 por causa de problemas de saúde de familiares.

É claro que esse fato – abrir mão da presidência do TJ – não é muito comum, mas aconteceu mais uma vez em Alagoas.

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  • Williams Roger

    É estranho, mas o que irá assumir terá equanimidade.

  • Carlos

    Porque Será…. Coisa boa não é , pois na carreira jurídica estadual é máximo da magistratura. É como o jogador de futebol que sonha com seleção brasileira. Será que excesso de união ou desunião…. Deixa para lá.

  • JEu

    Bem, vivemos em um país democrático… então, respeitados os ditames legais, todos são livres para decidir o que fazer por sua própria opinião… nada demais, então, nas decisões dos dois desembargadores que abriram mão da presidência do TJ/AL… esse é um ângulo do assunto… agora, se pensarmos também nas “forças do mal” que se imiscuem em todos os setores da vida pública, “pressionando” para conseguir seus “objetivos torpes”, então creio que as decisões dos desembargadores também podem ser resultado de preservar sua própria tranquilidade pessoal e familiar… além da paz de sua própria consciência…

  • breno

    No TJAL os pavões adoram exibir as suas plumagens, acontece que nem sempre a plumagem é assim tão exuberante.