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A decisão foi desembargador Fernando Antonio Zorzenon da Silva, presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região – Rio de Janeiro.

Atendendo ao pedido apresentado pela Advocacia-Geral da União, ele suspendeu a liminar que impedia a privatização de cinco distribuidoras da Eletrobras, incluindo a  Ceal.

A decisão atinge também a Amazonas Distribuidora de Energia S.A. (Amazonas Energia), as Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron), a Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), e a Companhia Energética do Piauí (Cepisa).

A liminar que suspendia a privatização havia sido concedida há uma semana, pela juíza Raquel de Oliveira Maciel, do TRT-1. Ele fixou um prazo de 90 dias para análise dos impactos da privatização para os contratos de trabalho.

Para a AGU, se a venda não for feita até o dia 31 de julho, a Eletrobras será obrigada a “liquidar” as empresas.

É de se imaginar que a Eletrobras – incluindo a Ceal – possa vir a ser privatizada sem nunca ter sido estatal – sempre pertenceu a algum líder político, próximo ou do núcleo do poder.