Eduardo Tavares anuncia filiação ao PRTB e candidatura a deputado federal
Renan Filho poderá escolher agora com quem quer ficar

(“A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa“ – Karl Marx.”)

Eis que, de repente, a eleição para o governo do estado em Alagoas pode ser decidida por WO.

E não terá sido a primeira vez.

Em 1994, Divaldo Suruagy, então no PMDB, se elegeu governador com 80%, praticamente, dos votos dos alagoanos.

Com ele concorreram três candidatos que, apesar de serem bons nomes, já entraram sem a mínima chance brigar com o grande – e único – favorito.

As circunstâncias hoje são bem diferentes: Renan Filho é candidato à reeleição e Alagoas não vive a crise daqueles, mas, a essa altura, não parece existir um nome capaz de enfrentar o governador para, pelo menos, haver disputa.

É quadro eleitoral para WO.

Opinião de, pelo menos, dois dirigentes dos partidos da base aliada do prefeito de Maceió.

Repito: a disputa sempre é boa para a democracia, mas torço para que o governador Renan Filho – se reeleito – assuma uma postura mais humanizada: menos gestor, mais governante, assumindo o papel de vanguarda – indo além do senso comum, que pede por polícia e por cimento.

Para o eleitor, resta um cuidado ainda maior na escolha dos candidatos ao Legislativo – estadual e federal.