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O advogado Christian Teixeira assumiu a Secretaria de Saúde em fevereiro deste ano.

Sabia que o caos estava instalado por lá desde o início do governo, seja por causa de problemas sérios de gestão, seja porque a pasta havia perdido o mínimo de organização que conquistara ao longo das últimas décadas.

Enfrentou, já, duas operações da Polícia Federal, por lá, e o desabastecimento das unidades de saúde do Estado é um fantasma que teima em assustar em plena luz do dia.

Mas há avanços, ele garante, acentuando que a sua equipe tem agido com a celeridade possível, enfrentando “o entrave da burocracia. Este é um problema relatado por secretários de Saúde de todo o país”, afirma.

E a herança recebida?

Christian Teixeira garante que a dívida da Secretaria de Saúde com fornecedores e contratados não é de R$ 70 milhões, como contam os bastidores:

– Nós recebemos, sim, inclusive de antes do atual governo, quase seis mil processos de pagamento. Estamos analisando, com cuidado e responsabilidade, cada um deles. Já acertamos cerca de 1.500, e não paramos de trabalhar.

Quando deverá fechar a conta?

“A nossa expectativa é de zerar as pendências até o final do ano”.

Para o secretário, entretanto, a melhoria da qualidade dos serviços só vai ser de fato percebida quando as novas unidades de saúde em construção estiverem funcionando.