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Não é por falta de conversa que ainda não saiu o acordo, dado como certo pelo Palácio República, entre o PMDB dos Calheiros e o PDT de Ronaldo Lessa.

Na semana passada, inclusive em Penedo, eles voltaram a se encontrar pra conversar e discutir.

Lessa, ressalte-se, não descarta em hipótese alguma voltar ao ninho da família Calheiros, com quem esteve em 2014.

Mas há, e ele sabe disso, algumas questões a pesar. Formar com o PMDB significa, de pronto, renunciar à possibilidade de ser candidato ao Senado, mesmo “garantindo” a reeleição à Câmara Federal.

Lembrando que os Calheiros já negociam o mesmo compromisso – reeleição – com o PT do deputado Paulão.

A segundo questão: que quinhão da máquina administrativa caberá ao PDT, partido de oposição ao presidente Temer?

O problema é que as secretarias já estão bem distribuídas com novos-velhos aliados.

A lembrar: a Secretaria do trabalho, hoje com o deputado Antônio Albuquerque, que seria uma das preferidas de Lessa.

Mas, há de se ressaltar, os dois lados têm muito tempo, ainda, para sentar à mesa e buscar o acordo eleitoral.