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Quatro alagoanos, mais do que outros, têm muito a perder com a possível queda do presidente Temer.

São eles: Marx Beltrão, Maurício Quintella, Nivaldo Albuquerque Rosinha da Adefal – todos enredados na mesma trama.

Eu explico.

Quintella e Beltrão são ministros e deixarão de sê-lo com a saída do atual ocupante da principal cadeira do Palácio do Planalto.

Albuquerque e Rosinha, por sua vez, perderão as cadeiras que ocupam na Câmara Federal em caso de retorno dos titulares.

Se Temer contrariar a Lei da Gravidade e permanecer no cargo, um deles, no entanto, sai mais fortalecido do que os demais: Maurício Quintella.

O ministro dos Transportes foi um dos primeiros auxiliares da equipe temerária a incentivar o presidente a resistir – não renunciando ao cargo, como era a expectativa geral.

Beltrão também se manifestou, na reunião palaciana, em favor da permanência de Temer, mas já depois de Quintella.

Resta saber o que a sociedade brasileira tem a ganhar com o “fico” temerário.