Um artigo-protesto do promotor de Justiça José Carlos Castro
FGV nega ao Ministério Público cópia da auditoria na folha da Assembleia

O tema ainda não é tratado em público, mas já domina várias conversas entre os operadores do direito em Alagoas: a cadeira do desembargador Washington Luiz no Tribunal de Justiça.

E ela está disponível?

Evidentemente, não. Mas não tão evidentemente, se aposta no meio jurídico que estará em breve.

Os caminhos seriam dois possíveis: ele ser aposentado compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça, uma hipótese que ainda precisa de muito para se confirmar, ou ele próprio se aposentar, em caso de conseguir fazer o caminho de volta – por não se sentir à vontade na convivência com boa parte dos seus pares no TJ.

O debate se acentua quando a questão é colocada: a vaga, se aberta, seria do Ministério Público Estadual ou dos advogados – em ambos os casos pelo “quinto constitucional”?

Seja como for, o processo seria longo, com elaboração de listas até a escolha final pelo governador.

Lembrando que o desembargador está afastado do cargo desde junho do ano passado.

Recentemente, um magistrado representando o CNJ esteve em Alagoas para ouvir testemunhas dos processos que resultaram na sua punição (provisória).

É possível que até o final do semestre tenhamos a resposta para a inquietação de alguns personagens locais que sonham com o pleno do Tribunal de Justiça.