FGV nega ao Ministério Público cópia da auditoria na folha da Assembleia
Com três feriadões, abril vira tormento para a Segurança Pública

A Assembleia solicitou, há duas semanas, já, uma cópia do inquérito (sigiloso) da Polícia Federal na Operação Sururugate, a “Taturaninha” – assim carinhosamente chamada.

A PF ainda não respondeu, disse o procurador-geral da Casa de Tavares Bastos, Diógenes Tenório Júnior, responsável por fazer o pedido à instituição policial.

Entre os deputados se sabe quais estão sendo investigados – inclusive o ex-parlamentar, que na verdade seria ex-deputada, alvo da representação da PF, que resultou na busca e apreensão realizada na Assembleia, por determinação do desembargador Sebastião Costa Filho.

A imprensa nacional – Veja online – publicou o nome do primeiro-tio, deputado Olavo Calheiros, que seria um dos investigados. Por, supostamente, ter contratado um parente para o gabinete dele no Legislativo Estadual – sem a contrapartida básica: trabalho.

A ser verdade, é um desafio, não apenas para a PF, mas também para o Ministério Público Estadual.