Dois crimes ocorridos no período de pouco mais de uma semana tiveram menores de idade como protagonistas. É compreensível a revolta da população com tanta e tão desmedida violência, com inocentes tombando sem vida, sem que haja a expectativa de uma mudança efetiva no curto prazo. 

Numa frase dura, dolorosa, mas verdadeira, Alagoas – e, particularmente, Maceió – vai se tornando a terra dos meninos que matam. É a nossa triste realidade, construída numa longa história, mas que vai se exacerbando numa velocidade estonteante. Não há no horizonte um limite para o que está acontecendo, apesar do clamor da sociedade.

Há um potencializador, sim, desta violência: é a droga. E o senso comum aponta para um tratamento radical para esta epidemia: polícia, redução da idade penal, construção de novos e mais presídios – eis a prescrição coletiva para este mal social.

Cinco anos depois de entrar em vigor a nova legislação sobre prisão para traficantes e usuários de droga no Brasil, a população carcerária do país cresceu 37% no total; o crime de tráfico, entretanto, apresentou um crescimento de 118%. Passou de 39.700 presos para 86.591.

E quanto se reduziu do tráfico e do consumo de drogas no país?

Não se trata de abrandar a lei para os traficantes, não é o caso. Mas, sim, trabalhar mais efetivamente para que eles não tenham um número crescente – sempre – de clientes.

Os menores, eis o que tem ocorrido, são o grande “exército de reserva” do tráfico. Produzimos, como nunca aconteceu na história do país, criminososem profusão. Enão há repressão que possa evitar o avanço desta tragédia.

É verdade: Alagoas, como poucos estados da União, precisa de ajuda, do socorro do governo federal na área da segurança pública.

O que acontece no Rio de Janeiro, hoje, com a presença das Forças Armadas – e de Segurança, de forma geral -, pode e deve também ocorrer por aqui. Exigindo, inclusive, um investimento muito menor.

Mas para que deixemos de ser “a terra dos meninos que matam”, o caminho é bem mais longo, difícil, pedregoso, mas inevitável: há de se investir prioritariamente no que podemos chamar de construção de uma nova sociedade.

A cidade de Arapiraca, onde a presidente Dilma Rousseff lança hoje dois programas importantes – dentro do Brasil sem Miséria – dá um ótimo exemplo: oferece escola pública em tempo integral, talvez, em minha opinião, a ação mais importante do prefeito Luciano Barbosa, desde a sua primeira (e excelente) gestão.

Maceió, capital nacional dos assassinatos – lamentável constatação – precisa fazer o mesmo. Em parceria com a Secretaria de Educação do Estado.

Pastas como as de Cultura e Esportes – nos três níveis de poder – precisam deixar de ser penduricalhos da administração pública, se mantendo apenas para atender a composições políticas. O que ocorre – quase sempre – em todo o país.

Onde estão, por exemplo, os espaços públicos na periferia da capital, com a oferta da prática de esportes, de atividades culturais e de lazer? (Não é o caso de apontar o dedo para o prefeito Cícero Almeida – que já encontrou esta realidade e não atuou muito, é verdade, para alterá-la.)

Eles praticamente não existem – e nós precisamos tanto deles.

Mais polícia nas ruas, sim. Porém, enfatizo: não será apenas uma ação mais dura e efetiva das forças de repressão que vai nos tirar o triste título de “terra dos meninos que matam”.

Depois de passar mal, Rosiana Beltrão não vai à recepção a Dilma
A violência de Adriano Soares
  • josé santos

    NOTA PÚBLICA – Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana lamenta extinção da Secretaria Municipal de Direitos Humanos de Maceió

    Data: 20/07/2011

    O Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), órgão vinculado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, lamenta profundamente a extinção da Secretaria de Direitos Humanos de Maceió, em Alagoas, publicada no Diário Oficial do município na sexta-feira (15).

    No entender do CDDPH, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos de Maceió tinha um grande potencial para efetivar a garantia dos direitos do povo da capital alagoana e de seu entorno, na medida em que se constitui num órgão de articulação de políticas públicas voltadas para a garantia do direito à saúde, alimentação, educação, entre outros. Entre as atividades da secretaria, ressaltamos o apoio dado aos trabalhos da Comissão Especial sobre Alimentação Adequada do CDDPH na defesa dos direitos da população da região da Orla Lagunar, onde o Conselho esteve em maio deste ano.

    A extinção da Secretaria de Direitos Humanos de Maceió (AL) situa-se, inclusive, na contramão dos principais tratados internacionais assinados pelo Estado brasileiro, bem como pelo Programa Nacional de Direitos Humanos, que trazem entre suas prerrogativas básicas o fortalecimento das instituições de defesa dos Direitos Humanos.

    Nesse sentido, o CDDPH solicita que a prefeitura de Maceió (AL) reveja a sua decisão e reative a Secretaria Municipal de Direitos Humanos, de modo a garantir o funcionamento dessa instância de garantia dos direitos mais básicos da população.

    Brasília, 20 de julho de 2011.

    Dr. Percílio de Sousa Lima Neto, vice-presidente do CDDPH

  • Rodrigo Vasconcelos

    Parabéns por suas colocações caro Ricardo.A educação é prioritária.Entretanto, considero que não podemos e não devemos esperar por ações do governo, que inexiste nestas bandas. Ao contrário do que se falava antigamente, clamamos : Hay gobierno? Soy a favor.

  • M. Almeida

    Copiei e colei meu comentário de um texto anterior pertinente a este assunto, por achá-lo importante: “Perdoe-me por não comentar o texto, mas, a revolta me faz comentar um outro assunto:”Adolescente que matou policial federal confessa crime e diz que não teve intenção”. Essa manchete é do tudo na hora. Ao lado do texto tem a foto de um miserável de mais de 1,70m, o tal adolescente. Eu sei que o senhor critica a justiça com as próprias mãos e eu concordo,mas, como pode umvagabundo matar um ser humano e simplesmente dizer que “não teve intenção de matar?”
    Ah, a vítima perturbou seu ambiente de trabalho, não se atrapalha um profissional no legitimo exercício de sua profissão… Alagoanos, como não se revoltar com tamanho absurdo? Precisamos urgentemente mudar o tal ECA, pois, esse estatuto é na verdade uma merda que serve apenas para profissionalizar bandidos perigosos travestidos de crianças! A redução da maioridade penal tem que ser implantada em nosso país urgentemente! O ideal seria pena de morte para crimes hediondos (incluindo o dessa criancinha) e para crimes de corrupção, todavia, se não temos competência para isso pelo menos não sejamos hipócritas em tratar como crianças marginais que têm a iniciativa de empunhar uma arma, matar um cidadão de bem e ter como punição um curso intensivo de banditismo em alguma instituição a eles destinada”.

  • Ita

    Vereadores deveriam elaborar projetos na área de Esporte e Lazer para dar atividades e perspectivas de vida aos estudantes. Bibliotecas nos bairros, oficinas de dança, música, teatro,artesanatos, línguas, etc. Eram para ser incentivadas e além de preparar a garotada iriam tirá-los da ociosidade. Kd deputados e vereadores que projetos desenvolvem nesse sentido?

  • Valdeck

    O prefeito tinha tudo para fazer em sua administração uma pequena revolução principalmente na área social, tão esquecida e relegada por tantos outros prefeitos anteriores, ainda mais por ter vindo das hostes humildes, ele tinha a obrigação de fazer algo pelos maceioenses mais necessitados que não são poucos. O Estado idem, há muito se vê o descaso com a educação, com o sucateamento, com o incentivo ao desestímulo pela profissão de professor, possuíndo um complexo educacional que teria todo o potencial para produzir brilhantes alunos capazes de mudar as projeções negativas desse Estado. Infelizmente, estamos perdendo esses jovens para o ócio, para a violência, para a droga e para a alienação reinante. (Bom para aqueles que estão no poder). São zumbis mirins perambulando pelas ruas, sem presente e sem futuro, escravos do vício e soldados de traficantes. Qual a solução? Mais cadeias? Não. Mais escolas e em tempo integral, com oficinas técnicas, com profissionais capacitados, bem remunerados, comprometidos em mudar o caótico quadro alagoano. Difícil? Com vontade política, tudo se consegue.

  • A.Querrelly

    Se o de “menor” pode votar então deveria poder ser punido,é por isso que são usados porque não a punição,então colocasse tudo nas costas dos menores,errou tem que pagar seja rico,seja pobre;de menor ou de maior.Essas leis,têm que serem revistas,os tempos mudaram…

  • Danúbio

    Sobre a nota do Sr. José Santos: Não concordo com a nota do CDDPH publicada por Vsa.Senhoria, pois essa Secretaria de Direitos Humanos, hoje muito bem extinta, só atendia a bandidos e marginais, nunca a pessoas de bem. Recebeu até o pseudonimo de “Direitos dos Mano”. Quanto aos meninos que matam, tenho fé que Maceió será a capital que “extermina os meninos e homens que matam”. Coronel Amaral neles!

  • Pedro Montenegro

    Amigos(as),

    Toda vez que há crimes praticados por adolescentes surgem às vozes rancorosas dos populistas penais bradando com generosos espaços da grande mídia pela redução da maior idade penal.

    Aproveitam-se como abutres dos cadáveres das vitimas, usurpando da dor, revolta e sofrimento das suas famílias para defenderei o olho por olho como salvação para a barbárie alagoana. Contra eles recorro a “grande alma”: “olho por olho, e o mundo acabará cego.”

    Mahatma Gandh

  • Eduardo Magalhães

    A cidade de Passo do Camaragibe sob a liderança da Prefeita Vania Quirino, da Juiza Juliana Batistela e da Secretária de Educação Valderez faz um trabalho pela Paz que poderá ser no futuro a grande referência para todo o Estado de Alagoas (num esforço diferente daquele liderado com sucesso pelo Prefeito Luciano Barbosa).

  • Amanda Lobo

    Reconheço o empenho das Secretarias de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos como também da Secretaria de Estado da Articulação Social que estão à frente de um projeto que tem como objetivo uma melhoria de qualidade de vida para os jovens que vivem em uma situação financeira baixa e que estão muito próximas dos altos índices de violência e quando inseridos no projeto receberão total apoio para sair deste grupo de risco.

  • Daniel Moraes

    Para mim, Direitos Humanos só servem para bandidos, eu nunca vi um representante dos Direitos Humanos ir, a casa de um Pai de fámilia que foi assassinado e orientar a fámilia deste, agora basta um bandidinho safado matar para eles serem protegidos pois são vitimas desta sociedade. È no minimo ri-di-cu-lo.

  • Gerardo R. Fortes Filho

    Concordo com o colunista sobre a triste realidade social de Alagoas. A questão das drogas, entretanto, não pode ser tomada com panacéia para justificar os índices de violência. A droga, a meu ver, deve ser encarada como um sintoma social; algo deve ser colocado no lugar dela pra tamponar o mal-estar da juventude.

  • Gerardo R. Fortes Filho

    Será mesmo que tal problemática (a juventude alagoana imersa num mar de inoportunidades e carências diversas) irá resolver-se por meio de uma secretaria? Em Alagoas? … Parece pilhéria de mal-gosto.

  • Amanda Lobo

    É seria pilhéria de mau gosto Gerardo se esse projeto fosse gerado na época de um desgoverno que tivemos você se lembra de Ronaldo Lessa? Agora temos um ótimo gestor que busca solucionar e conter os problemas que levam os jovens ao mundo das drogas.

  • Adriano

    A educação é sim de extrema importância para que nós consigamos mudar esta situação pela qual o país está passando, em especial Alagoas, entretanto, a lei precisa sim ser revista caro Ricardo, não é admissível que um menor de 16 anos vote e não seja punido quando comete um crime. No caso de homicídio a pena deve ser “pesada” para servir de exemplo, se fosse um parente seu que levasse um tiro na cabeça enquanto estivesse trabalhando, vc acharia justo que o mesmo passasse 1 ano na cadeia apenas? Chega desta hipocrisia, cometeu crime tem que pagar, independente da idade. É cadeia nesses bandidos safados que se acham acima do bem e do mal por causa desta legislação imbecil.

  • Antonio Pereira

    É isso mesmo, há mais de 15 anos que Alagoas tem esse índice e nunca foi feito nada para melhorar e esse patamar que se atingiu não foi de um dia por outro é resultado do descaso e abandono dos governos anteriores. Somente nesse governo de Téo a segurança está sendo tratada com prioridade.

  • Antonio Pereira

    Agora dizer que o responsável é Teotonio, sem essa. Lessa deixou Alagoas no caos, corrupções, escândalos, roubalheiras, falcatruas. Deixou o estado no pior índice de criminalidade e ainda trouxe pra cá o Fernandinho Beira-mar que trouxe os bandidos, o “CRACK” e agora deu nisso!O macaco não vê o próprio rabo.

  • eduardo

    Pedro Montenegro fala nos abutres que querem ver os menores infratores mortos, mas fez parte dos altos escalão de um governo federal e ultimamente municipal, que viram a violência crescer e não deram nenhuma contribuição efetiva para a sua diminuição. Não se sabe de nenhuma política do governo federal que tenha diminuído a violência e garantido a paz social. Diante do seu fracaso na condução de políticas públicas em favor da diminuição da insegurança, ele não pode criticar o cidadão que tem medo de sair de casa, de pensar besteira, tal como em esquadrão da morte ou penalizar menores. Infelizmente, o PT, em 08 anos de governo, pouco fez efetivamente para sanar esse problema que é nacional e não só local.

  • Edinaldo Marques

    No Brasil e, particularmente em Alagoas, existem problemas que demoram para se chegar a solução, em face das razões que expus no artigo: A ERA DA COMPLEXIDADE:
    São muitos e complexos os problemas hoje enfrentados pelos governos no sentido de conseguirem os resultados desejados. Educação, saúde, segurança, combate às drogas, infraestrutura compatível com o crescimento econômico e social, combate à pobreza, desenvolvimento sustentável, geração de empregos e renda, são apenas alguns dos objetivos que devem nortear a administração pública.

    Antes de executar as ações que possibilitarão atingir metas e realizações são necessárias políticas públicas. Estas, partem das mentes dos governantes ou dirigentes – ministros, secretários e assessores, e são postas, através de estratégias, para serem executadas. Por que as políticas públicas não conseguem a eficácia desejada? Por que são tão difíceis de serem implementadas e demoram tanto tempo? Aonde os gestores erram?

    Uma das causas está na forma como os dirigentes públicos enxergam cada problema. Planos e programas são criados e divulgados, mas falham na execução. Os dirigentes adotam métodos ultrapassados e nem percebem. Vêem servidores e demais ocupantes de funções comissionadas, como se fossem coisas e não pessoas com talentos e motivações próprios. Não utilizam competências, habilidades e ferramentas compatíveis ao século XXI para lidarem com servidores, que terão a incumbência de colocar em prática as ações planejadas.

    Há baixos níveis de confiança entre comandantes e comandados, além de desvios de interesses, que despertam a vontade de alguns de participar de correntes de corrupção. Com isto, o engajamento dos servidores nas diversas tarefas deixa a desejar. Esforços e motivações pessoais não levam ao comprometimento. Com as atuais práticas de gestão, tempo e recursos são desperdiçados. Os avanços que acontecem nos resultados alcançados, se processam lentamente e não são sustentáveis.

    Sem a devida clareza que permita entender as prioridades, sem a conexão emocional dos servidores com essas mesmas prioridades, sem capacitação, sem sinergia, sem a devida responsabilidade para atingir as metas prioritárias, ocorrem pequenos avanços, mas ainda muito lentos e incompletos.

    Por falta de profissionalismo na gestão pública, a vontade política do governo de mudar os atuais índices fica mais focada no marketing do que propriamente na possibilidade real de atingir metas com sustentabilidade.

    O plano Brasil sem Miséria é um dos exemplos, que pode ser aqui colocado. Na essência é um plano muito importante. Quanto à execução, de antemão, sabemos que os resultados não terão a velocidade e os resultados desejados. Isto pode ser previsto pelo paradigma que está na origem da política pública. Quando o paradigma não é correto, jamais os resultados serão os desejados.

    Quatro pontos são indispensáveis para o pleno sucesso de implantação do plano Brasil sem Miséria e de outros: confiança entre servidores e dirigentes, comprometimento, foco na execução e entusiasmo. Para conseguir isto é preciso administrar com profissionalismo, sem desperdício de tempo e recursos. Isto é possível, desde que os dirigentes saibam (e queiram) como liderar e administrar pessoas e processos com eficácia.

  • Simplicio

    Os meninos de alagoas que matam, só praticam os seus crimes porque são protegidos por um estatuto medíocre que é um tal de ECA, e por advogado tal assassino quanto eles, uma vez que já solicitou do estado segurança para este marginal que matou o policial, é extamente por isso que eles matam, porque tem proteção, e enquanto não houver mudança nas Leis deste país, os menores vão continuar matando pais de familias inocentes, e depois ficam rindo do sofrimento da familía. Seria bom que eles praticassem seus crimes contra os políticos ladrões que exisatem neste país, pq daí sim eles mudavam as Leis.Ninguém vê o lado da familia do policial morto por este marginal, mas o advogado quer a proteção dele, e com certeza deve ter algum político também dando a poio pra ele e a familia. ISSO É UMA VERGONHA PRA ALAGOAS E PRO MUNDO.

  • ricardo

    Ricardo;tem que internar,rever idade penal,nossa policia muito a desejar,aquela praça em frente a P.Militar(centro)as crianças usam entorpecentes de todo tipo,os policiais olham e……nada fazem(internar),sabe porque eles matam e debocham e muito da policia,justiça e de nós(impotentes)????Porque eles roubam,matam e amanhã….isso mesmo,amanhã eles estam na rua,fazendo a mesma coisa ou pior!!!!

  • Fernando Costa

    Pois é Pedro Montenegro, Bandido atirando na cara dos outros é refresco….Quantos deles vc cuida em casa?!!

  • Rosa Augusta

    Ricardo, enquanto as políticas públicas destinadas a crianças e adolescentes não forem priorizadas pelos nossos gestores nos três níveis da administação pública, nossos meninos e meninas serão “os culpados” dos desmandos de quem não as cumprem.

  • Vivo

    Mota, boa noite!

    Não concordo com a acertiva feita nas linhas acima de “que vozes rancorosas de populistas …”, quando tratamos de menores infratores.

    Respeito a opinião de cada comentarista de plantão de seu blog, mas não posso aceitar passivamente que o Estatuto da Criança e do Adolescente seja o supra sumo da legislação para menores no mundo. Ele precisa sim ser revisto, porque propaga a impunidade travestida de proteção e sempre aparecem os defensores sem limites.

    Não creio que os menores sejam caso perdido, mas Mota onde é que o Estado aparece como a solução viável de qualquer que seja o problema? Quais são as reais políticas públicas para saúde, educação e segurança por estas plagas?

    Não teremos solução a curto prazo; neste aspecto é sempre a longo e até lá, o que faremos com os menores que matam? O que faremos com os menores que assumem crimes ou os cometem para deixar bandidos adultos impunes, sabendo outrossim que toda a lista de crimes cometidos enquanto jovens, “zera” ao completar a maioridade?

    Respeito a opinião do Pedro Montenegro, mas não concordo com a abordagem de que tudo se resolve apenas com educação e programas sociais e esportivos. Não se pode deixar impune quem tira a vida, tenha a idade que tiver.

    OS Direitos Humanos aparecem sempre a favor de bandidos maiores ou menores. E estão corretos quando defedem melhores condições carcerárias, porque os presos são tratados pior que animais; mas erram ao defender direitos daqueles que se arvoram no direito de tirar a vida alheia, dando-lhes um tratamento humanístico demais.

    Para mim a idade está definida na mão daquela que tira a vida: se o calibre ou a lâmina da arma for acima de 18 , para mim o portador já é de maior. E os defensores de mais direitos para os marginais, guardarão sua posição até o dia em que um membro de sua família for morto de maneira banal, por um celular ou míseros R$ 10,00 por um menor que deseja de forma insana comprar uma pedra de crack.

    Alagoas tem o PIOR ÍNDICE DE MORTES POR 100 MIL HABITANTES; pior que Rio de Janeiro e São Paulo. A grande maioria ligada ao uso de drogas e uma outra parte, crime de mando cujos autores intelectuais são conhecidos da mídia e da polícia.

    Precisamos urgente de alguma luz no final do tunel, se é que já não foi roubada por um menor infrator e trocada por uma pedra de crack.

  • S da L

    Entra anos e anos ninguém toma posição a respeito das leis que somos submetidos. Códigos penais da década de 70. Entra presidente e mais presidente e não reformula nada. E com isso a população vem crescendo e crescendo como é o esperado. Pra mim uma maneira de ser realmente feita a democracia é a participação do povo nas reformulações das leis no Brasil.
    O governo criaria um site disponível para a população que levantaria as questões que queria que fosse discutida com o povo , tribunal e a presidenta.Daí a votação seria feita como Votação de período eleitoral com toda importância e democracia.Por exemplo no site disponibilizado pelo o governo o povo queria que reformulasse o código penal para menores de idade.O povo ia votar se menores de idade serão ou não julgado por suas ações como um adulto.E assim progressivamente mudando tudo não se deve colocar toda essa responsabilidades para os ministros etc em Brasília , o povo é que deve decidir o que é melhor para cidadania isso é democracia.

  • MENORIDADE=LICENÇA PARA MATAR E ROUBAR……..

    NA INGLATERRA DUAS CRIANÇAS DE (10)DEZ ANOS FORAM CONDENADAS POR MATAREM OUTRA CRIANÇA DE (03)TRÊS ANOS.ESTAS CRIANÇAS FICARAM CONHECIDAS COMO”AS CRIANÇAS ASSASSINAS DE LIVERPOOL”,A MORTE SE DEU POR ESPANCAMENTO EM UMA ESTRADA DE FERRO EM LIVERPOOL ,NOROESTE DA INGLATERRA ,EM 1993.SÓ EM 2001 QUE OS ASSASSINOS OBTIVERAM A LIBERDADE CONDICIONAL.VEJAM SÓ,É POR ESSAS E OUTRAS QUE A INGLATERRA É UM PAÍS DE PRIMEIRO MUNDO ,RICOS E RESPEITADOS POR TODOS.NÃO DIGO QUE COPIEMOS A INGLATERRA,PORÉM,É NECESSÁRIO QUE A MAIORIDADE PENAL ,CAIA PARA NO MÍNIMO 14 ANOS,POIS ,AS CRIANÇAS DE HOJE EM DIA NÃO SÃO IGUAIS AOS TEMPOS DE OUTRORA.

  • miguel francisco do nascimento

    MINHA OPINIÃO VAI NA MUSICA O REI.

    A Guerra Dos Meninos
    Roberto Carlos
    Composição: Roberto Carlos – Erasmo Carlos

    Hoje eu tive um sonho que foi o mais bonito
    Que eu sonhei em toda a minha vida
    Sonhei que todo mundo vivia preocupado
    Tentando encontrar uma saída
    Quando em minha porta alguém tocou
    Sem que ela se abrisse ele entrou
    E era algo tão divino, luz em forma de menino
    Que uma canção me ensinou
    La…la..la… (coro)

    Tinha na inocência a sabedoria
    Da simplicidade e me dizia
    Que tudo é mais forte quando todos cantam
    A mesma canção e que eu devia
    Ensinar a todos por ali
    E quantos mais houvessem para ouvir
    E a fé em cada coração, na força daquela canção
    Seria ouvida lá no céu por Deus

    La…la…la.. (coro)

    E saí cantando meu pequeno hino
    Quando vi que alguém também cantava
    Vi minha esperança na voz de um menino
    Que sorrindo me acompanhava
    Outros que brincavam mais além
    Deixavam de brincar pra vir também
    E cada vez crescia mais aquele batalhão de paz
    Onde já marchavam mais de cem

    La…la…la… (coro)

    De todos os lugares vinham aos milhares
    E em pouco tempo eram milhões
    Invadindo ruas, campos e cidades
    Espalhando amor aos corações
    Em resposta o céu se iluminou
    Uma luz imensa apareceu
    Tocaram fortes os sinos, os sons eram divinos
    A paz tão esperada aconteceu
    Inimigos se abraçaram e juntos festejaram
    O bem maior, a paz, o amor e Deus

    La…la…la… (coro)

  • observador

    SOMENTE POLICIA NAS RUAS NÃO RESOLVERÁ O PROBLEMA. MAS SE NEM POLÍCIA O SUFICIENTE TEM. E A POUCA QUE TEM ESTÁ MAL DISTRIBUÍDA. O POLICIAMENTO PERFEITO É O COMUNITÁRIO, AGREGANDO-SE A RONDA CIDADÃO. MAS, CADÊ OS POLICIAIS?ALIADO A ISTO, O GOVERNO TERIA QUE FAZER AÇÕES SOCIAIS NAS ÁREA CRITICAS, LEVANDO SAUDE,EDUCAÇÃO E LAZER, PRINCIPALMENTE NOS FINAIS DE SEMANA. MAS, CADÊ FUNCIONÁRIOS? O GOVERNO TERIA QUE DÁ INCENTIVOS A ESSES SERVIDORES PARA TAL JORNADA, COMO HORAS EXTRAS, ADICIONAL NOTURNO E OUTRAS. MAS, CADÊ O GOVERNO QUE NÃO QUER DESENCADEAR UMA AÇÃO CONJUNTA E EMERGENCIAL NO COMBATE A CRIMINALIDADE. ISTO GERARÁ DESPESAS. E CADÊ O DINHEIRO? DEVE ESTAR SENDO DESVIADO PARA O CAIXA 2. COM CERTEZA.SE LANÇASSE UM PLANO NESTE SENTIDO, COM CERTEZA, ACHO QUE EM QUATRO MESES, SE DIMINUIRIA,PELO MENOS, O NUMERO DE HOMICÍDIOS NA CAPITAL, E CONSENQUENTEMENTE SAÍRIAMOS DESTA PECHA DE CIDADE MAIS VIOLENTA DO BRASIL. ACORDA TÉO.

  • Ana

    Parabéns pela matéria, Ricardo.
    Concordo com as escolas em tempo integral. O prefeito de Arapiraca está longe de ser um populista, um prefeito “querido” pelo povo, mas adotou medidas que a população talvez só venha entender daqui a alguns anos. Existem empresas em Arapiraca que também estão sendo muito importantes na educação/cultura de Arapiraca. A cooperativa dos médicos de lá tem um trabalho com as crianças da comunidade ao redor, onde o tráfico de drogas é declarado, para dar aulas de reforço escolar e oferecer esporte a essas crianças. Infelizmente, parece que ainda é muito pouco.
    Temo tanto quanto você que um dia Maceió seja o novo Rio de Janeiro. Espero que a semelhança fique só nas belezas naturais…

  • Eleitora

    Não só o governo deve dar educação, saúde e segurança para os jovens. Seus pais também tem obrigação de educá-los desde que nascem e não é o que está acontecendo nos dias de hoje. Os filhos, em sua grande maioria, fazem o que querem sem limites e quando crescem viram marginais.

  • Eustáquio Silva

    Culpar Teotonio Vilela, não, mais que piorou todos os indices depois que ele assumiu sim , isso é a pura verdade e os números estão ai pra provar. ele colocou os maiores enganadores com gestores na área de segurança, como: Dário, Barenco e Luciano. Depois que eles assumiram as tropas das policias PM e PC ficaram a ver navios, pois os mesmos não são gestores, não são líderes natos, ppis são perseguidores, procuram mídia para se auto promover e não competentes para tal cargo, podem ser competentes como delegados , coronel de rua, mais não para comandar tropas como principais comandandes. Quem conhece administração sabe que todos os principais gestores de qualquer setor tem que ter os comandados em plena harmonia, gestão participativa, o que gera auto estima em toda equipe. O que está longe de acontecer pois eles, administram em modo contrário, com perseguições, ações equivocadas e não mostram nenhuma capacidade de liderarança – principal principio administrativo de um gestor.
    E esse governador Téo Vilela não enxerga isso. Então quando terminar esse segundo mandato do Téo, vai está um verdadeiro CAOS a nossa segurança, com policiais altamente desmotivados, e o quadro já vai estar reversivél.

  • Eustáquio Silva

    Cont…
    Culpar Teotonio Vilela, não, mais que piorou todos os indices depois que ele assumiu sim , isso é a pura verdade, e os números estão ai pra provar. ele colocou os maiores enganadores como gestores na área de segurança, como: Dário, Barenco e Luciano. Depois que eles assumiram as tropas das policias PM e PC ficaram a ver navios, pois os mesmos não são gestores, não são líderes natos, pois são perseguidores, procuram mídia para se auto promover, e não são competentes para tal cargo, podem ser competentes como delegados , coronel de rua, mais não para comandar tropas como principais comandandes. Quem conhece administração sabe que todos os principais gestores de qualquer setor, tem que ter os comandados em plena harmonia, gestão participativa, o que gera auto estima em toda equipe. O que está longe de acontecer, pois, eles, administram em modo contrário, com perseguições, ações equivocadas e não mostram nenhuma capacidade de liderarança – principal principio administrativo de um gestor.
    E esse governador Téo Vilela não enxerga isso. Então quando terminar esse segundo mandato do Téo, vai está um verdadeiro CAOS a nossa segurança, com policiais altamente desmotivados, e o quadro já vai estar irreversivél.

  • Fernando Costa

    Maceió é uma cidade relativamente pequena, quem já morou lá fora sabe que fazendas ou mesmo sítios em Goiás ou Mato Grosso são maiores que a nossa cidade…ou seja, inadmissível que o ESTADO perca o controle sobre uma área menor que uma pequena gleba de terra…o nome para isso é INCOMPETÊNCIA!

  • Antonio Carlos de Almeida Barbosa

    Prezado Mota, concordo com o texto. Vale lembrar que somos constituídos pelos nossos pais, avós, enfim base familiar. Temos que sermos criados com limites e exemplos de respeito aos outros, e sabendo que fazemos parte de uma coletividade. Precisamos uns dos outros, o mundo somos nós e os outros, e não eu ou o outro. Portanto, o olhar da família, o afeto, o carinho paterno/materno, é essencial para uma humanidade melhor e aceitável.

  • Asriel dos Santos

    Primeiro levaram os negros,
    Mas não me importei com isso,
    Eu não era negro.

    Em seguida levaram alguns operários,
    Mas não me importei com isso,
    Eu também não era operário.

    Depois prenderam os miseráveis,
    Mas não me importei com isso,
    Porque eu não sou miserável.

    Depois agarraram uns desempregados,
    Mas como tenho meu emprego,
    Também não me preocupei.

    Agora estão me levando,
    Mas já é tarde.
    Como eu não me importei com ninguém
    Ninguém se importa comigo.

    Bertold Brecht

    O Brasil precisa de cadeias e de escolas; seria o bastante, creio. Nos Estados Unidos, que inventaram a repúlica moderna, há muitas cidades sem vereadores; aqui, querem aumentar o número deles.
    Enquanto isso, os menores vão continuar matando e ninguém vai se incomodar, pois “isso não é comigo”. Quando me pegarem, será tarde demais para reclamar. Ah, povo que não sabe votar e que acredita que bolsa familia lhe faz bem…

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    Hino da Restauração da Independência
    
    A PORTUGUESA

    A SAGRES TAMBÉM É POESIA

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR PMAL

    RMota:
    Há biltres de todo gênero, mas o pior deles é o abutre, não o referido por certos doutores especialistas de tudo e de todos os gêneros, não!
    Há abutres piores que os referidos por ele, aqueles que só se alimentam das carcaças carcomidas de cadáveres dos juvenis assassinos, que estão vivos e gozando a vida, enquanto suas vítimas jazem putrefatas.
    Há urubus-rei que se alimentam da mantença perene de cargos comissionados – leia-se: tetas – que discutem, discutem, discutem e relatam, relatam e relatam em coletivas na mídia e nada resolvem, sobre a sempre manutenida questão causada pelos delitos juvenis de “meninos assassinos” sempre tutelados por uma Lei que NÃO VINGOU, literalmente, o ECA. Este retirou, no mais da vez, o pátrio-poder que servia de FREIOS aos arroubos juvenis. O tal de PETI extirpou de vez o senso de responsabilidade que só trabalho oferece ao que o tem, além da dignidade que ele traz ao ser humano. Os juvenis tutelados e embevecidos por drogas de todos os gêneros estão a ceifar vidas e mais vidas.
    Assim como o “usuário” de drogas (tido como coitadinho, débil, doente e dependente químico e, por isso, IMPUNE, ISENTO e IMUNE às leis penais, mas razão MAIOR e PRIMEIRA do lucrativo tráfico de drogas) é a sua MAIOR RAZÃO, o RECEPTADOR o é aos furtos, roubos, assaltos e latrocínios. Se há um receptador SEMPRE haverá sempre o LADRÃO, sobretudo, sendo MENOR, invulnerável, imaculado e tutelado pelo ECA, que, em 21 anos de vigência, nunca RESSOCIALIZOU, REINTEGROU ou REGENEROU nenhum desses “inocentes úteis” ao CRIME ORGANIZADO!
    Note-se bem, todo meliante, assaltante, assassino, ladrão ou bandido é sempre um MENOR, q/ CEIFA vida e mais vidas de quem quer que seja: policial, trabalhador, transeunte, usuário ou não de veículos, cidadão morador em sua própria casa ou nas ruas, calçadas, mercados, loterias, orla, etc.
    O Brasil acaba com o ECA ou ele ACABA com o Brasil.
    Sem EDUCAR, nenhuma LEI MUDARÁ o AGIR e PENSAR desses “menores” GRANDES ASSASSINOS!
    Nenhuma LEI muda o hábito; só este poderá SER Lei!
    EDUCAR, para melhorar! Educado o cidadão busca sua DIGNIDADE: o trabalho! Fora disso, só sendo do PT ou dos DO BEM!
    Reitere-se: 21 anos de ECA sem nenhum resultado POSITIVO, nenhum “menor” se RESSOCIALIZOU! Basta! Chega de tanta hipocrisia: “os bichinhos são vítimas do Estado”, babaquices de róseos socialistas. O Estado é sua sociedade VIVA, que está sendo MORTA pelos “bichinhos”. E sem ela NÃO HÁ Estado.
    O ECA destinava-se à proteção de meninos e meninas DE rua e DA rua, pelo ESTADO, que não dispunha de recursos, meios, modos e Instituições adequadas aos FINS, no princípio! Depois virou BANDEIRA aos INFRATORES do ECA – lei copiada de países de 1º Mundo, p/ uma sociedade de maioria semi e analfabeta quando não 75% de ignorantes hipócritas.
    Lembrem-se: bicho de pena só toma na cloaca!
    A premissa do DH é aplicar o DEVIDO PROCESSO LEGAL, para um julgamento justo, e nunca a proteção INVULNERADA dos coitadinhos assassinos, como querem alguns membros do DH.

  • ALAGOANO INDIGNADO

    Li num dos jornais da capital que um dos menores declarou que assaltaram o policial para somente dar umas voltas no carro.Pois bem!Coloquem os dois dentro de um carro DEEM UMAS VOLTINHAS e depois toquem fogo mandando-os pro INFERNO.Os proximos vão pensar melhor antes de fazer uma aberração desta.Direitos Humanos só serve para proteger BANDIDOS.

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR PMAL

    Ah! Antes que pensem que sou adepto do “olho por olho”, que deixaria o mundo cego (sou avesso à violência e fã de King, Ghandi sim -, mas é preferível um “mundo cego” (mas VIVO) que “morto” por juvenis IMPUNES, INVULNERÁVEIS, ISENTOS e TUTELADOS por falsos defensores dos DHs, que buscam holofotes midiáticos globais com falas e mais falas perdidas ao vento)
    Sou formado em DH, pela UERJ/94, em Cursos ministrados, patrocinados, orientados e traduzidos, simultaneamente, pela própria ONU por seu CENTRE FOR HUMAN RIGTHS, pioneiro e primeiro – The Best Student, como dito por eles, mas os DHs, segundo meus conhecimentos adquiridos, não se propugna defender bandidos juvenis ou adultos, pelo contrário. Ou seja, ajudar, socorrer, proteger e defender suas vítimas e assistir aos familiares enlutados, sobretudo, ASSEGURAR O DEVIDO PROCESSO LEGAL, PARA JULGAMENTO JUSTO DOS ALGOZES ASSASSINOS, sem perseguições, violações ou vinditas, mormente sem isentá-los, acobertá-los ou cobri-los com o MANTO da IMPUNIDADE.
    Usar a FORÇA DA LEI, e jamais a lei da força, porém sem se desviar do DEVIDO PROCESSO LEGAL, da garantia da ampla defesa e do contraditório, tudo dentro dos liames legais.

  • Joilson Gouveia Bel&Cel RR PMAL

    REPRODUZINDO PARA CORREÇÃO DA ANTERIOR

    Ah! Antes que pensem que sou adepto do “olho por olho”, que deixaria o mundo cego (sou avesso à violência e fã de King, Ghandi e outros pacifistas sim, no entanto, sou a favor da LEGÍTIMA DEFESA, do ESTRITO CUMPRIMENTO DO DEVER LEGAL, do EXERCÍCIO REGULAR DO DIREITO e até mesmo do ESTADO DE NECESSIDADE -, mas é preferível um “mundo cego” (mas VIVO) que “morto” por juvenis IMPUNES, INVULNERÁVEIS, ISENTOS e TUTELADOS por falsos defensores dos DHs, que buscam holofotes midiáticos globais com falas e mais falas perdidas ao vento)
    Sou formado em DH, pela UERJ/94, em Cursos ministrados, patrocinados, orientados e traduzidos, simultaneamente, pela própria ONU por seu CENTRE FOR HUMAN RIGTHS, pioneiro e primeiro – The Best Student, como dito por eles, mas os DHs, segundo meus conhecimentos adquiridos, não se propugna defender bandidos juvenis ou adultos, pelo contrário. Ou seja, ajudar, socorrer, proteger e defender suas vítimas e assistir aos familiares enlutados, sobretudo, ASSEGURAR O DEVIDO PROCESSO LEGAL, PARA JULGAMENTO JUSTO DOS ALGOZES ASSASSINOS, sem perseguições, violações ou vinditas, mormente sem isentá-los, acobertá-los ou cobri-los com o MANTO da IMPUNIDADE.
    Usar a FORÇA DA LEI, e jamais a lei da força, porém sem se desviar do DEVIDO PROCESSO LEGAL, da garantia da ampla defesa e do contraditório, tudo dentro dos liames legais.
    Detalhe: não há “toda vez”, há um sempre de um “menor”, “menino que mata” ou juvenil delinquente assassino entorpecido pelas livres drogas ilícitas.