A Promotoria de Controle Externo da Atividade Policial decidiu abrir um procedimento investigativo para apurar as denúncias – gravíssimas – feitas por duas conselheiras tutelares do Tabuleiro.

Em depoimento aos promotores Karla Padilha e Flávio Gomes, as conselheiras Maria dos Prazeres da Rocha Brandão e Amélia Mendonça disseram que o Instituto Médico Legal deixou de realizar um exame de corpo de delito em uma criança de oito anos – que teria sido vítima de violência sexual – por falta de médicos no IML.

O procedimento investiga, inclusive, o diretor do IML, Gérson Odilon, que estaria no local – segundo a denúncia – e teria se negado a realizar o procedimento.

O episódio teria ocorrido no final do mês de junho.

Eu tentei falar, por diversas, vezes, com o legista Gérson Odilon, por telefone, mas não obtive êxito. É importante ressaltar que ele é considerado um profissional dedicado ao trabalho.

A conclusão da investigação, que apura se houve desídia dos servidores, acontecerá dentro de 30 dias, segundo o promotor Flávio Gomes.

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  • ada

    Ricardo, depois de meia noite, não tem médicos no IML, MP, vá ao IML neste horário e constate, valeu MP

  • Roberto Silva

    Dr. Gérson Odilon é um dos poucos legistas daquela casa que tira seu plantão de 24 hs no IML, ao contrário dos demais que vai para casa as 22 hs e só retorna as 08 do outro dia, simplesmente vai dormir em casa. Se quiserem averiguar vão ao IML apartir das 22hs para verem in loco, e ainda recebem adicional noturno. Dr. Gérson Odilon é merecedor de elogios, pois cumpre seu horário regularmente.

  • Caronte

    Novidade, o Estado paga 02 legistas para cada plantão porém, quando aparece, somente vai 01. acorda Dr Flavio….

  • Juliana

    Eu sinto muito mesmo pelas crianças, mas os médicos do IML trabalham em condições insalubres e sem nenhum material para realizar exames. É uma vergonha o Estado permitir que isso aconteça. Quem paga é a população e seus familiares!

  • Luciano dos Santos

    Caro Ricardo.Venho ocupar este vibrante espaço talvez p/ultima vez.so faço uma ressalva:pq o promotor nao anda dentro dos quarteis p/ver o q é condiçao desumana.basta exemplificar as condiçoes sub das subdesumanas q passam os pms do ciods.cadeiras desconfortaveis.escalas fora do regime da anatel.alimentaçao ruim d+.pressao psicologica total p/resultados nas ocorrencias.e pressao p/cobrar das viaturas sem condiçoes de trabalho.prefiro n me identificar,mas basta uma visita das 18h as 19 de qq dia p/constatar o fato.

  • Eduardo

    Tenho plena certeza que o Prof. Gerson Odilon não era sabedor disso,se realmente aconteceu, pois o IML de Maceió nunca teve um profissional a altura dele,dedicado, humano, diplomático e inteligente, comprometido e com visão de futuro.Pena que o Governo não disponibiliza reursos necessários para a obra.

  • Diogenes Tenório Júnior

    O professor Gerson Odilon é um dos profissionais mais responsáveis de Alagoas, um homem de bem, cumpridor dos seus deveres e apaixonado pelo que faz. Pena que trabalhe sem condição alguma, numa falta de estrutura que todos conhecemos. Tenho certeza de que tudo será explicado, pelo menos no que diz respeito à sua pessoa.

  • marizete neves

    Realmente a noite não tem médicos lá, ou se tem dizem que não tem que tem que esperar manhecer para fazerem os procedimentos, digo isto, pois tive um irmão que morreu em um acidente de carro, e a morte foi 22:00 hs e foi levado para o IML, e segundo eles só ia ser liberado no outro dia. A família fica muito triste, mas tem que aceitar.

  • marizete neves

    E no dia seguinte em vez de ser liberado logo cedinho, não só foi quase 11:00 hs.