(Foto: Reprodução)

Quando você vai escolher seu próximo modelo de celular, provavelmente você se preocupa com a marca, a qualidade da câmera, a duração da bateria… Pois bem, que tal mais um fator para levar em consideração? O nível de emissão de radiação. Não há motivo para alarmes (ainda), mas os efeitos ainda são pouco conhecidos pela ciência, então todo cuidado é pouco.

De acordo com a BBC Brasil, a Sociedade Americana Contra o Câncer (ACS) registra preocupação sobre se o uso de smartphones podem “aumentar o risco de desenvolverem-se tumores no cérebro ou na região da cabeça e pescoço”, o que ainda não está claro, mas os estudos dão indícios neste sentido, mesmo com poucas evidências.

Em todo o caso, o portal alemão Statista divulga periodicamente relatórios com os aparelhos que mais emitem radiação, com base em dados do Escritório Federal Alemão para a Proteção de Radiação. Entre os 15 primeiros do ranking divulgado em agosto de 2018, quatro são fabricados por marcas chinesas: Xiaomi, ZTE, OnePlus e Huawei. Também estão na lista dois modelos da Apple. Confira a lista:

Statista compilou dados sobre aparelhos lançados até agosto de 2018 (Foto: Reprodução/TecMundo)

Quais os cuidados?

Obviamente, a cabeça é o local mais afetado pelas ondas, que são originadas principalmente da antena (sim, os smartphones atuais ainda possuem antenas). Por isso, uma das melhores maneiras de se proteger é usar o viva-voz, ou fones de ouvido.

Também é importante conferir o SAR do aparelho (quanto menor, melhor). SAR (Specific Absortion Rate, ou Taxa de Absorção Específica, em português) é o índice que mede a taxa de exposição à radiofrequência dos aparelhos.

Vale lembrar que ainda não há um número “seguro” para este tipo de estatística, então a precaução vai de cada usuário.

Fonte: TecMundo, UOL

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