Está na hora de mudar a forma de ver o marketing da sua empresa. – Olhar Empreendedor

E ai, tudo bem? vamos levar o marketing da sua empresa pra outro nível?

Há uns anos eu conheci um cara chamado Arthur Paredes, conversa vai, conversa vem, ele me disse que estava se especializando em Neuromarketing, estudando inclusive fora do Brasil. Fiz essa mesma cara estranha que você fez agora lendo esse palavrão, N E U R O M R K E T I N G. Pois é, mal sabia eu que estava entrando num mundo sem volta, o mundo de entender o consumidor.

Algum tempo depois, Arthur abriu uma turma para um curso de Neuromarketing e eu estava nessa turma. Esse curso foi um divisor de águas na minha forma de fazer marketing, aliás mudou tanto que fiquei fã não do Arthur, como do Neuromarkting também, comecei a ler livros indicados por ele e outros especialistas.

Então Arthur dá outro passo, escreve um livro intitulado “Profundamente” e é por isso que escrevo hoje, para apresentar à vocês o Neuromarketing, o Arthur e seu livro maravilhoso.

Ficaram curiosos para saber o que é Neuromarketing? segue uma pequena introdução:

“Imagine que você acaba de inaugurar um restaurante com um cardápio exclusivo na cidade, assinado por um reconhecido chef. Investe uma pequena fortuna no ambiente de modo a deixá-lo temático, agradável, confortável. Investe outra fortuna no treinamento de sua equipe para que o atendimento seja impecável. Contrata uma das melhores agências de publicidade, que define um conceito criativo incrível e um plano de mídia eficiente. Tudo parece perfeito, nada pode dar errado, seu restaurante tem que ser um sucesso!

No entanto, a ocupação do restaurante é sempre baixa, mesmo na alta temporada. As dívidas começam a crescer, e a frustração é ainda maior quando você sabe que fez de tudo para oferecer o melhor para seus clientes: o produto, o atendimento, a estrutura. Oferece então um questionário a seus clientes para tentar entender o que pode ser melhorado. Realiza diversas mudanças para atender às sugestões, investindo ainda mais dinheiro, e os resultados infelizmente não vêm.

Enquanto isso, o restaurante na esquina da mesma rua, sem ambiente fechado, mesas na via pública, paredes mal pintadas, decoração barata e comida simples, com um atendimento nem tão bom assim, faz muito sucesso. Sempre cheio, e os clientes nem se importam em esperar um bom tempo por uma mesa. O dono investiu menos que você, nem sequer tem uma agência de publicidade e fatura proporcionalmente muito mais.

Então você se pergunta: como é possível? O que ele tem que eu não tenho? O que os clientes querem afinal? Aí está a chave do problema: nem sempre as pessoas sabem o que querem. Provavelmente o restaurante da esquina satisfaz de uma forma mais eficiente os desejos inconscientes dos seus clientes que o restaurante sofisticado.

As pessoas não sabiam que “precisavam” de smartphones até que eles fossem inventados. Hoje muitos não conseguem viver sem um – ou afastar-se dele por muito tempo. Steve Jobs entendia isso há muitos anos…

O problema é que as pesquisas de mercado perguntam o que as pessoas querem, enquanto inúmeros fatores internos e externos influenciam suas respostas, tornando-as pouco confiáveis. Contudo, quando a atividade cerebral e corporal é monitorada, torna-se muito mais difícil de manipular as pesquisas, obtendo assim uma resposta instantânea e sem os filtros que a mente aplica – grupos focais já tiveram seus resultados completamente distorcidos apenas porque os voluntários se sentiram intimidados em dar uma resposta sincera por influência das demais pessoas.

Diversos estudos científicos confirmam: a maior parte das nossas decisões de compra são tomadas de forma inconsciente ou subconsciente. Ou seja, o consumidor não sabe exatamente porque prefere um iPhone em vez de um Samsung Galaxy. Some o fato de que cada cultura possui suas peculiaridades e que cada pessoa possui suas próprias vivências, com desejos e necessidades específicas.

Com o avanço da tecnologia surge a necessidade de obter resultados mais assertivos através de um caminho científico. Daí surge o neuromarketing, uma ciência que reúne marketing, neurociência, biologia, psicologia e antropologia para entender as origens mais profundas do comportamento de consumo humano.

Nossos desejos, impulsos e motivações de compra mensurados através de neurométricas e biométricas, obtendo respostas diretamente do cérebro e do corpo aos estímulos do marketing e da publicidade. Dessa forma, é possível medir os níveis de atenção e retenção da mensagem, monitorar emoções negativas e positivas em relação a uma marca diretamente da origem do comportamento do consumidor.

Hoje somos cada vez mais bombardeados por uma gigantesca quantidade informações que interferem na atenção e na capacidade dos consumidores tomarem decisões de compra, neutralizando o impacto de grande parte das mensagens publicitárias. Através de estudos e descobertas científicas é possível entender como o cérebro reage aos estímulos de consumo, o que possibilita a construção de uma mensagem mais eficiente, potencializando sua retenção na memória e conquistando um relacionamento mais profundo com os consumidores.

O neuromarketing está cheio de conclusões surpreendentes que mudarão a forma como você enxerga a relação dos consumidores com as marcas e o comportamento de consumo. Chegou a hora de entendermos o que o cérebro do consumidor quer.”

Gostaram desta introdução? ela foi retirada do Livro “Profundamente” do Arthur Paredes.

Para conhecer mais sobre o livro e sobre Neuromarketing clique no link abaixo:

www.profundamente.com.br

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