Feijoada da Naza, estrela do Graciliano
Tábua mediterrânea dos deuses

 

Na gastronomia, o verbo amar deve ser conjugado na terceira pessoa, principalmente, quando se trata de cuscuz. Afinal, amamos a iguaria de origem africana que chegou ao Brasil pelos colonizadores portugueses e, simplesmente, virou patrimônio cultural nordestino.

O de milho é o querido das multidões. Escolhi três dicas de cuscuz recheado. Mas, claro, que meus seguidores devem ter outras dicas, e podem indicar, que um dia vou provar para aumentar as opções do cuscuz. Só uma coisa: ele deve ser macio, molhadinho, sal na medida e bonito na apresentação.

Café Nordestino reforçado da Cuscuzeria

Pioneira – Sou fã de carteirinha da Cuscuzeria Café, da pernambucana Manuela Magalhães, a Manu. Ela não é chef de cozinha, mas manda bem nas panelas. E o melhor, na Cuscuzeira, nunca comi um cuscuz seco. Ele sempre vem molhadinho, levemente, no leite de coco, é macio, e o sal é na medida certa.

Graças a Manu conheci o cuscuz recheado (meu predileto é o de calabresa), mas ele sem recheio também é bom demais. O de cartola, feito com bananas caramelizadas, queijo coalho, mozzarella e canela, é impecável.

Av. Dr. Antônio Gomes de Barros, 1076 – Jatiúca, Telefone: 3021.1019

Cuscuz recheado do Recanto da Macaxeira

Bom – O cuscuz do Recanto da Macaxeira é molhadinho e bem recheado com carne de sol, calabresa, queijo mozzarella e tomate. Detalhe, a carne de sol é preparada na própria casa e faz toda diferença. Para acompanhar, o tradicional café com leite, e a noite fica mais feliz.

Artur Charles Dorvillé, 284 – Jatiúca, Telefone: (82) 99961-0362

Cuscuz recheado do Anamá continua em alta

No café regional do Anamá são mais de 30 itens, entre doces e salgados. São pratos bem elaborados, com mais leveza nos temperos e menos gordura. Outra dica é o cuscuz (porção individual) de milho, boa alternativa para quem não pode comer glúten.

Av. Silvio Carlos Viana, 2501 – Ponta Verde/ Telefone: (82) 3305-4405