Depois de semanas de bombardeio por e-mail, mensagens de texto, nas redes sociais, nas propagandas de tv… chegou o tão aguardado Black Friday. A grande liquidação anunciada aos quatro ventos pode fazer muita gente “perder a cabeça”.

Mesmo sem dinheiro, a ânsia pelo consumo leva muitos consumidores a comprar desenfreadamente.  Basta um cartão de crédito na mão, que o estrago está feito! É impressionante ver como as pessoas se sentem motivadas a comprar (seja o que for!) nessa data.

Eu estava no supermercado de uma grande rede dias atrás, e o rapaz do caixa me perguntou: “Você vem pra Black Friday? Dá uma passadinha por aqui para ver as ofertas”, disse ele.  É como se existisse a obrigatoriedade de participar desse “grande evento”.

Confesso que, como todo mundo, também fico tentada a comprar, ver as promoções… Mas eu procuro colocar limites nos meus desejos de consumo. Vejo muita gente comprando três ou quatro unidades de um mesmo produto só pelo fato de estar com desconto. Mas o ideal é perguntar: eu preciso levar mais de um? Como a compra por impulso é algo emocional, dificilmente o consumidor consegue fazer essa pergunta na hora. Mas precisa!

Por esse motivo é importante planejar as compras, não sair de casa apenas para “olhar” e ver o que dá. No impulso, acabamos comprando muita coisa que não precisamos, levamos produtos que acabam ficando entulhados num canto do armário ou da casa. E o pior de tudo é se endividar por conta disso. Será que vale a pena?

Quer aproveitar o Black Friday? Então faça isso de forma consciente, sem perder o juízo. Se estiver com as finanças apertadas, nem saia de casa para não correr o risco de comprar o que não pode.

 

 

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