Vai presentear sua mãe? Fique atento as dicas!
Conheça as tarifas que podem ser cobradas no cartão de crédito

No dia 30 de abril, se encerrou o prazo para prestar contas ao Imposto de Renda e as instituições financeiras já começam com as diversas propagandas para convencer o contribuinte a antecipar a restituição e “resolver” todos os seus problemas de falta de dinheiro.
Porém, é importante que os contribuintes saibam que essa prática não se trata de um benefício, mas – sim – de um empréstimo (que incluiu taxas e juros). Por isso, deve-se avaliar, com cuidado, para ter certeza de que a antecipação é um recurso necessário.
Separei algumas dicas para ajudar o contribuinte a analisar se, no seu caso, a antecipação é realmente um bom negócio:
 Antes de pedir a restituição, pesquise e compare outras linhas de crédito. Apesar de geralmente possuir juros menores que outras modalidades de empréstimo, é bom ficar atento ao Custo Efetivo Total (CET) da operação, pois não é apenas o valor dos juros que determina se um empréstimo é mais vantajoso que outro.
As instituições financeiras cobram taxas e tributos para realizar este tipo de operação, como IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e tarifas bancárias, por exemplo;
 A malha fina pode causar um enorme transtorno para o consumidor que solicitar a antecipação, pois a demora para receber a restituição fará com que o contribuinte pague ao banco mais juros;
 Analise o contrato com atenção. Confira quais as regras e cobranças, caso o consumidor caia na malha fina, custos adicionais e juros que serão cobrados pelo período em que demorar para sair a restituição do consumidor;
 Evite pagar juros desnecessários e, se quiser receber mais rápido, não deixe a declaração para última hora. Tenha paciência antes de optar pela antecipação, pois ela é um direito seu e o dinheiro vai ser depositado em sua conta.