Sem efetividade ofensiva, CRB sofre derrota após sete jogos de invencibilidade – Blog do Marlon
No seu melhor jogo na Série B, CSA sofre nova virada e acaba derrotado
Sem organização para atacar, o estilo ‘Argelbol’ não agrediu mesmo com time cheio de atacantes

Bressan foi um dos destaques da partida na vitória do PAraná sobre o CRB – Foto: Rui Santos/Paraná Clube

Após sete partidas de invencibilidade, o CRB voltou a sentir o sabor de uma derrota. Mesmo fazendo um jogo equilibrado contra o Paraná, o time regatiano foi ‘castigado’ em falhas individuais e na ineficiência ofensiva.
O time tomou dois gols em falhas individuais e não conseguiu acertar o alvo paranaense. Em oito finalizações ao longo da partida, o CRB executou apenas duas finalizações certas. Além disto, em um jogo atípico, Léo Gamalho não fez nenhuma das finalizações da equipe.
O CRB segue discutindo o jogo com o adversário, mesmo quando o adversário é grande, consegue ter a posse de bola, controlar o jogo, mas não consegue a finalização e comete erros fatais. O Galo tem tempo para organizar e corrigir estes problemas.

O jogo tático

Erros indivuais e pouca efetividade ofensiva causaram a derrota do CRB em Curitiba – Foto: Rui Santos/Paraná Clube

A equipe do CRB veio escalada pelo Marcelo Cabo com a estreia do volante Moacir e com os dois corredores com extremos de velocidade, Luidy pela direita e Bill pela esquerda. Com a clara proposição de marcar mas contra-atacar ativando estes corredores em velocidade.
Apesar de não ter jogado a 9ª rodada, mesmo assim, o CRB tinha a segunda maior posse de bola da competição. É um time que gosta de ficar com a bola, circula bastante a bola para encontrar o momento ideal para atacar. Porém no primeiro tempo, o CRB equilibrou as ações e teve uma posse de bola semelhante ao Paraná com 51% contra 49%.
Apesar do controle o CRB só finalizou uma única vez em toda a etapa inicial, quando o Luidy finalizou por cima do gol. Isso evidenciou que o CRB não conseguiu ativar os corredores, nem Luidy , nem Bill conseguiram um encaixe de velocidade, não conseguiram uma transição ofensiva que fosse eficiente. O CRB não apresentou uma mecânica ofensiva que mostrasse efetividade.
No outro lado, o Paraná tinha no zagueiro Fabricio, o jogador com mais efetividade ofensiva. Ele finalizou na primeira vez, em uma bola parada, forçando o goleiro Victor Souza a fazer uma grande defesa, depois Marcelo acertou o travessão, mas isso não significava um domínio absoluto do Paraná , era um jogo muito equilibrado e se encaminhava para um 0 a 0 , com uma ligeira predominância ofensiva do Paraná.
Porém já nos minutos finais, Jean Victor bateu um escanteio muito bem, a bola faz uma curva, o Victor Souza erra na tomada de decisão, não achou o tempo da bola, que sobrou na pequena área, Fabrício faz sua segunda finalização, duas no alvo, fazendo um gol.
Após o gol, de novo o zagueiro Fabrício faz a terceira finalização, novamente na batida de falta, forçando o Victor Souza a se recuperar e fazer uma grande defesa. Nas quatro finalizações do Paraná, três foram de Fabricio e a outro do atacante Marcelo, que botou a bola no travessão. No CRB, nem Luidy, nem Bill, nem Diego Torres, nem Léo Gamalho, ninguém finalizou de forma correta.
No intervalo, Marcelo Cabo viu o que ficou latente no 1º tempo: os extremos não conseguiram jogar. Então vieram Iago Dias para fazer sua estreia pelo lado esquerdo e Magno Cruz pelo lado direito. Mas com um minuto, Reginaldo Júnior erra o passe, encontra logo, o meia Renan Bressan. Ele e Bruno Gomes ficam contra Reginaldo Junior e Gum, o Bressan temporiza o passe, acha Bruno Gomes dentro da área, que encontra Meritão, bola na rede. Paraná 2 a 0.
Após o gol, o Paraná posiciona mais baixo posiciona o time para jogar no contra-ataque e definir o jogo. O CRB saiu para cima. Cabo tirou o volante Moacir e trouxe o modelo que deu certo contra o Sampaio, com dois meais, sendo Diego torres e Felipe Menezes. A mudança fez o CRB três três meias, sendo um, Magno Cruz, como extremo,Iago na velocidade e o Léo Gamalho. Nesta formatação, o CRB começou a desperdiçar oportunidades. Iago Dias aproveitou um rebote na área e chutou prensado com a grama, sozinho dentro da área. Logo em seguida, o CRB martelou, Diego Torres apareceu dentro da área cabeceando por cima, o próprio Diego fez a primeira finalização certa forçando Alisson a fazer a defesa e depois disto vieram duas grandes oportunidades. A primeira com Felipe Menezes, Léo Gamalho trocou de posição, deu uma de garçom, deixou Felipe Menezes para fazer o gol e ele bateu por fora e aos 46 minutos, novamente Léo Gamalho aciona Magno Cruz que cabeceia fraquinho para defesa fácil do goleiro do Paraná.
Quatro chances foram criadas no 2º tempo, mas nenhuma delas foi finalizada por Léo Gamalho.
Craque do jogo: Fabrício
Garçom: Higor Meritão
Melhor treinador: Allan All

  • ivo

    Foi um jogo de ente grandes, além do mais o galo entrou em campo pensando no jogo de quinta-feira que vale a bolada de r$ 2..6 milhões e um premo bom para os jogadores. O bom mesmo é não está segurando o rabo do jumento né Lulu RS, kkkkkkkkk sofrência é despencar, igual aquele cara que tem chifre e que pular de um prédio achando que tem asas, vai se lascar no chão kkkkkkkkk vocês segure a caçola que a serie C tá logo ali kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Luiz R S Filho

      IVO….. está alegre, mesmo o Roteirense sendo derrotado….Quando falo que a sofrência não incomoda Roteiro, o Almeida esperneia. kkkkk
      Mas vão chegar no G4, logo logo. Tá cedo ainda.

  • José A de Oliveira

    Gostaria de saber, pra que CRB contratou o Alisson Safira, é um jogador rápido, ofensivo jogou bem nas equipes que atuou, no CRB Marcelo Cabo colocou ele contra Sampaio Correa precipitadamente, ele entrou com CRB perdendo o jogo por 1×0, mesmo ele não jogando bem durante o tempo de jogo que esteve em campo, o CRB virou o jogo, ele foi substituído o CRB levou empate, mesmo não jogando bem a estrela do jogador esteve presente.
    Ele é um jogador que pode não está bem, mas tem capacidade técnica de se recuperar, basta o treinador fazer um trabalho pra isso. Com relação ao jogo, Paraná teve sorte em achar dois gols nos momentos importantes da partida. CRB não pode abaixar a cabeça por causa de uma derrota. Uma hora ela viria. Agora é Vencer o Juventude pela Copa do Brasil, depois voltar a vencer no brasileirão. Tem todas as condições para isso.

  • ivo

    Lulu RS, meus pêsames, esse ano tá complicado, é só lapada, ou gosto miserável por lanterna! Ainda bem que todo mundo está usando mascara, pelo menos cobre a vergonha da cara lisa azul caneta kkkkkkkkkkkkk mais uma virada csa1x2 Cuiabá, belo placar kkkkkkkk é só pisa, palmada na bunda como menino safado.

  • Antônio R.

    O meu AZULÃO vai bem com o técnico de brinquedo Argel, olha como vai bem, porquê o buraco quê o CSA tá se metendo com treinador cagão, retranqueiro, 6 partidas, 5 derrotas e um empate, empate esse com o confiança, quê não só ganhou a partida por falta de sorte, tá bem ali o buraco, aí depois não dá tempo de se recuperar, aí o safado do treinador vai embora e o CSA prá série c, diretoria desse de ser safada, mande esse cara embora, faça como a diretoria do Ceará fez, 5 jogos, 1 empate e 4 derrota, mandou o falastrão prá rua, se não quando o amor de vocês passarem pelo Argel, já é tarde, o GLORIOSO já morreu, aí não tem mais jeito.

  • Almeida

    CUIDADO!!!!!🚨🚨🚨

    Nas diversas vezes em que viajo de Maceió pra Barra ou Barra pra Maceió de carro, sempre gosto de viajar à noite, acho mais tranquilo, menos estresse no trânsito, mas sei que muitos não gostam, por causa da questão do sono e outros perigos. E foi justamente com um desses perigos que me deparei na noite passada.
    Ia sozinho, já era quase meia-noite. Dessas noites que são mais escuras que as outras. Soprava um vento frio e eu desliguei o ar condicionado pra curtir essa brisa. Em uma parte reta da estrada, depois com uma leve curva, já na região deserta depois do Francês, notei um carro parado, sem pisca alerta ligado ou triângulo de sinalização na pista e notei uma mulher do lado de fora. Vestido preto curto, colado no corpo, parecia que voltava de alguma festa. Diminuí a velocidade e quando passei por ela, além de notar que era muito bonita, vi que ela juntou as duas mãos e pediu ajuda. A dúvida inundou minha mente: parar ou não parar? Tudo parecia um golpe. Mulher sozinha, muito linda, estrada deserta à noite. Parei uns trinta metros à frente. Engatei marcha–a-ré para iluminar os faróis traseiros e continuei parado. Abaixei o som e o vidro que estava todo abaixado, rapidamente, levantei até a metade. Ela veio, realmente estava sozinha, se aproximou e surpreendentemente me perguntou:

    o CSA perdeu de novo foi?