Blog identifica e confirma nome de outro alagoano na Operação Cartola
Escândalo no futebol paraibano atravessa “ fronteira” e atinge Alagoas

Passeio do Avaí valorizou o modelo de jogo e a eficiência do time catarinense – Foto: Pei Fon – TNH1

 

A pergunta se ‘alguém anotou a placa do caminhão?’ serviria para entender o motivo pelo qualo o CRB foi massacrado pelo Avaí. Na verdade, o Galo foi atropelado pelo modelo de jogo do time catarinense e pela eficiência dos ‘Manézinhos’.

O Avaí é um time que joga diferente da maioria das equipes. Com a posse de bola ele atua em um 3-4-3 e sem a posse- o modelo é 5-4-1. A equipe comandada pelo experiente Geninho tem como característica a ocupação dos espaços e o alargamento do campo em amplitude. Além disto mostrou ser um time eficiente. No tempo inicial foram quatro finalizações e três gols. No geral seis finalizações e quatro gols marcados. O CRB finalizou oito vezes e não marcou nenhum.

O CRB não conseguiu encaixar a marcação e sofreu muito para ler que o Leão tinha dois corredores dobrados. Em um lado, Capa e Rômulo e no outro Guga e Renato. Por sinal como é legal observar o quanto Renato progrediu, sendo um dos protagonistas no bom time azulino.

Para enfrentar este tipo de modelo é preciso recompor de maneira muito forte com os extremos. Apesar de tudo isso, entendo que o CRB criou aos 36 segundos, isto mesmo,  36s uma linda jogada partindo de Diego e tentou Diego Rosa como destaque pela jogada individual com dois adversários driblados, mas com Aranha mostrando desde o primeiro momento porque jogou tanto tempo em Série A, em equipes de expressão.

Quando sofreu o primeiro gol, o CRB acusou o golpe e viu o Avaí tomar conta da partida. O primeiro gol trouxe uma grande discussão sobre a posição do zagueiro Alemão. No meu entendimento, o gol é legal. Ele não toca, não faz corta luz, não interfere ativamente na jogada. O assistente espera terminar o lance , vê se o jogador vai interferir e manda seguir.

Votei em Rodrigão como dono do jogo, com dois gols e uma assistência. Guga foi o garçom. Geninho trabalhou melhor e considerei a arbitragem de Vinicius Fourlan como muito boa.

Júnior Rocha continuará tendo trabalho, mas acredito que o CRB está em processo de evolução de trabalho. A goleada não faz do CRB ‘terra arrasada’. A Série B não perdoa momentos de apagões. Ficou claro, latente, a necessidade de encontrar um lateral esquerdo que possa rivalizar com Diego e a tentar encontrar a dupla de zagueiros que mais encaixa. Flávio Boaventura e Edson Borges terão muitas dificuldades para jogarem juntos.