A realidade do momento: CRB mantido, ASA caindo e CSA subindo

Rafael Tenório será reeleito nesta quinta-feira para um inédito mandato de quatro anos a frente do CSA. Inédito porque pela 1ª vez, o CSA define estatutariamente um período mais longo para o seu presidente executivo.
Após o sucesso dentro de campo nos últimos dois anos, o mandato de quatro anos foi entendido pelos azulinos como um período ideal para consolidação, crescimento e projeção do clube como um todo. E para este momento, o atual presidente seria o personagem ideal.
Rafael Tenório tem prometido tornar o CSA um ‘case nacional’, uma referência administrativa no país. Não se pode duvidar das intenções do presidente até porque ele próprio é um case de sucesso empresarialmente falando e agora demonstra mais equilibrio no trato com o clube azulino.
Como sempre demonstrou amor pelo CSA, Tenório foi ‘convencido’ a participar do CSA em outras oportunidades. Só que naquele momento não estava pronto para o CSA. Em pelo menos duas oportunidades, ele começou e não terminou. Agora é completamente diferente. O presidente do CSA tem rigorosamente resultados no futebol, começou um trabalho silencioso – mas importantissímo – de sanear o clube, zerando débitos históricos no aspecto cível e trabalhista, pretende ampliar o patrimônio do clube, fortalecer a marca do clube com licenciamento de produtos e loja própria, além de planejar a reconstrução das divisões de base.
Falando de futebol, o presidente do CSA não esconde duas vontades: conquistar o título alagoano e levar o clube para a Série A. É claro que o futebol tem outras variáveis, que tornam alguns desejos mais complicados, mas Rafael Tenório chegou a um estágio calçado pelos dois últimos anos de prometer e cumprir.
Por fim, Rafael Tenório assumiu o CSA há três anos com o discurso de resgate do clube. Conseguiu. Agora como será que Tenório entregará o clube daqui a quatro anos?
Opine, discuta, traga a sua visão.