Os caminhos para Série A
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Paysandu não somente lançou a marca, mas também já possui sua loja própria

A nova temporada do CSA promete grandes novidades. Uma delas será a adoção de uma marca própria para material esportivo. O time azulino ainda tem o contrato com a Numer, mas este vínculo não deverá ser renovado. Esta ruptura abrirá espaço para que o CSA dê um salto e experimente algo que Paysandu, pioneiro, Fortaleza, Juventude e até o Santos já haviam optado: criar a própria marca, podendo gerenciar e criar seus próprios uniformes.

Não tive acesso a números precisos do CSA, mas ao longo da temporada, o presidente Rafael Tenório reclamou da forma como o time azulino era tratado pela Numer e como o CSA imaginaria fazer na temporada 2018.

A opção de usar uma marca faz com que o clube tenha o controle por praticamente todo o processo, desde a confecção, a venda, os valores, a criação e a proximidade com aquilo que a torcida deseja. Rafael também tem o desejo de fazer com que o CSA agregue diversos produtos a sua cartela e que ainda neste aspecto possa atingir a diversas parcelas da torcida azulina, desde os mais abastados até aqueles de menor poder aquisitivo, mas que desejam produtos do clube e com qualidade.

A experiência do Paysandu chegou a gerar para o clube R$ 1,5 milhão em pouco mais de sete meses. A marca Lobo fez o Papão vender 45 mil camisas oficiais e ainda conseguir viabilizar rum valor 20% abaixo do valor da camisa anterior.

Segundo informações obtidas pelo Blog, o projeto já está pronto, será divulgado em breve e o lançamento também será algo rápido, com a participação de atores alagoanos e coordenação e desenvolvimento com know-how de quem implementou a ideia com estrondoso sucesso na terra do Carimbó. Agora é ver se o ‘guerreiro’, folguedo rigorosamente alagoano, será bem ‘ensaiado’, se o CSA consegue fazer com que o torcedor abrace a ideia e que num curto período de tempo, o time possua traduzir tudo isso em números, azuis, de preferência.