Final de semana para esquecer; futebol de Alagoas muito mal
CSA parou no Confiança e ausência de finalização é o maior problema

Beluzo, grande nome da partida, passeio do Londrina no Rei Pelé – Foto: Pein Fon – TNH1

Foram poucos torcedores no Estádio Rei Pelé. Mas estes poucos tomaram um susto como há muito não experimentavam. O CRB foi massacrado pelo Londrina por 3 a 0. O pior é que foi pouco. Se o Tubarão mantem no segundo tempo o mesmo ritmo do primeiro, o Galo sofre uma goleada histórica no Rei Pelé.

O time assustou pela passividade. Foi um time apático, frio e parecia um time sem compromisso, sem alma, sem coração. Parecia um jogo de um time profissional contra um time amador. O resultado foi drástico.

Não dá para você levantar qualquer teoria, mas algo a mais está acontecendo pois não é possível que o grupo do CRB faça um jogo de maneira tão apática.

O jogo

O CRB veio para enfrentar o Londrina com mudanças pontuais. Troca de um zagueiro por outro e a entrada de Rodolfo que havia aumentado a intensidade com que o time tinha jogado. Desde o início do jogo, que o CRB não conseguiu encontrar dois jogadores: Celsinho e Jardel. Os dois ganharam o meio campo, dominaram as ações e dificultaram qualquer tipo de reação do CRB.

O resultado foi um imenso volume de jogo do Londrina, intensidade, jogadas em profundidade e três gols com direito a olé ainda no tempo inicial. No segundo tempo, o Londrina não quis mais o jogo ofensivo e passou a controlar o jogo e a vantagem estabelecida no 1º tempo. A pá da cal no time do CRB deu-se com a entrada de Neto Baiano pois o time definitivamente escancarou e ficou ainda mais exposto. Mesmo sem ter pretensões ofensivas o Londrina ainda chegou e quase  ampliou.

Foi humilhante ver o CRB nestas condições e deixou uma preocupação gigantesca para a sequência. O torcedor não estava acostumado com o nó tático tomado. Foi um chocolate, com sabor totalmente amargo.  O craque do jogo foi o atacante Jonatas Belusso, autor de três gols. O árbitro gaúcho Daniel Nobre Bins teve uma atuação comum. Errou como todos erram, mas não interferiu na partida.